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Segurança Digital, Quebra de Sigilo e Proteção de Dados Confidenciais em Empresa

Quebra de sigilo é um risco a que todas as empresas estão submetidas no mundo digital. O avanço da tecnologia de informação, ao mesmo tempo que agilizou diversos processos, em alguns casos, fragilizou a segurança das companhias e facilitou a vida dos desonestos. Com a chegada da internet, a partir da metade da década de 90, abriram-se novas portas de acesso a dados confidenciais das empresas.

Atualmente, entre 80% e 90% dos casos de roubo de segredos industriais acontecem pela rede. Antes, qualquer informação estava em meio físico, papel, disquete ou CDs. Hoje, é apenas um arquivo de computador, que passa de e-mail em e-mail, muitas vezes de forma mais ágil e rápida do que poderíamos supor.

Como proteger estes dados e informações, verdadeiras joias das empresas?
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Identificando oportunidades – o diferencial do analista de requisitos

Eu considero que um analista de requisitos faz um bom trabalho não somente quando ele realiza bem seu trabalho técnico, e sim quando ele faz um papel de analista de negócio. É como se ele agisse ao mesmo tempo como um advogado de defesa e criador de novas oportunidades.

Existem situações de projetos que já possuem um cronograma fechado sem nenhuma possibilidade de alteração do mesmo. Nesses casos o cliente pode solicitar funcionalidades que podem levar ao atraso do projeto, talvez uma consulta ou uma inclusão a mais ou outros “enfeites” no sistema, que não estavam previstos na proposta técnica do sistema, mas que o cliente acha que não “custa” nada para desenvolver.

É então que o analista precisa agir como advogado de defesa. Quando em situações de desenvolvimento para a fábrica de software, lembrando que mesmo se o cliente quiser determinado item, este pode ser adicionado ao escopo do projeto. Claro, com um aumento do prazo do cronograma e gerando atrasos na entrega do projeto. É bem provável que o cliente vai pensar duas vezes antes de querer adicionar algum outro requisito desnecessário.

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Como lidar com a baixa performance

Como lidar com a baixa performanceLidar com colaboradores com baixa performance é um dos maiores desafios do gerenciamento de pessoas. A identificação de comportamentos que prejudicam o desempenho é uma das tarefas mais difíceis. Diagnosticar as causas reais sem que desculpas, projeções ou dissimulações desviem a situação que precisa ser apurada, e é claro encaminhada, é uma das grandes dificuldades de qualquer relacionamento humano.

Quando falamos de pessoas falamos de comportamentos que passam por algumas questões tais como concepções, habilidades, competências e personalidade, que podemos usar o melhor de cada característica de comportamento para aumentar a performance do nosso colaborador. Muito do que pode ser diagnosticada em uma baixa performance pode estar relacionada a razões pessoais.

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Planejamento sucessório – Qual o impacto da saída de um líder numa organização?

Planejamento sucessórioCerca de uma semana após admitir um problema hormonal, o CEO da Apple, Steve Jobs, afirmou que tiraria uma licença médica do cargo em razão de sua condição se mostrar mais complexa do que havia pensado.

Caso a ausência se mostre realmente temporária, analistas de mercado imaginam que o impacto pode ser bem menor. Mas se o executivo precisar se afastar da presidência da Apple de forma definitiva será muito mais difícil prever o futuro da companhia. Após os rumores de que a saúde de Steve Jobs estava fragilizada, as ações da Apple recuaram quase que instantaneamente.

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E você? Está preparado para a gestão do conhecimento?

E você? Está preparado para a gestão do conhecimento?

E você? Está preparado para a gestão do conhecimento?

Onde está o conhecimento que perdemos na informação? Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
(T.S. Eliot)

Durante os últimos três séculos, o mundo se deslocou de uma sociedade agrícola, onde a riqueza advinda da produção era baseada em espaço físico, ou seja, poder e valor vinham da terra, para uma sociedade industrial onde matéria prima e capital eram os geradores de riqueza. A linha de produção, o controle de qualidade e o trabalho repetitivo passaram a dominar a sociedade.

No final do século XX, com a globalização fazendo parte do dia a dia da sociedade, a informação começa a ser considerada o passaporte de riqueza para o século XXI. O modelo “tijolo e cimento” não resiste às fronteiras virtuais e as transações espalham-se pelo mundo. Planeja-se nos Estados Unidos, produz-se na China, financia-se por bancos espanhóis, empresas inglesas seguram bens, enfim, as barreiras são quebradas e uma nova ordem econômica passa a vigorar.

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