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	<title>BRQBizBRQBiz- Conhecimento e Inteligência em Negócios &#187;</title>
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	<description>Conhecimento e Inteligência em Negócios.</description>
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		<title>Identificando oportunidades &#8211; o diferencial do analista de requisitos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 19:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Lages dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Adriano Lages defende que o analista de requisitos deve se portar também como analista de negócios, tendo como missão de gerar valor para sua empresa e para o seu cliente. Leia mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eu considero que um analista de <a title="OOA: Requisitos, no IMasters" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/6676/uml/ooa_requisitos/">requisitos</a> faz um bom trabalho não somente quando ele realiza bem seu trabalho técnico, e sim quando ele faz um papel de <a title="Analista de Negócios, definição na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Analista_de_neg%C3%B3cios">analista de negócio</a>. É como se ele agisse ao mesmo tempo como um advogado de defesa e criador de novas oportunidades.</strong></p>
<p>Existem situações de projetos que já possuem um cronograma fechado sem nenhuma possibilidade de alteração do mesmo. Nesses casos o cliente pode solicitar funcionalidades que podem levar ao atraso do projeto, talvez uma consulta ou uma inclusão a mais ou outros “enfeites” no sistema, que não estavam previstos na proposta técnica do sistema, mas que o cliente acha que não “custa” nada para desenvolver.</p>
<p>É então que o analista precisa agir como advogado de defesa. Quando em situações de <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Alexandre José." rev="vote-for&gt;levantamento de requisitos&lt;/a&gt;de negócio ele deve mostrar de maneira clara e com argumentos convincentes, que determinado pedido do cliente não é necessário para aquela fase de desenvolvimento do sistema. Ou seja, aquilo é algo cosmético que irá gerar mais custos de &lt;a title=" hreflang="pt-br" href="http://battisti.wordpress.com/2006/05/02/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">desenvolvimento para a fábrica de software</a>, lembrando que mesmo se o cliente quiser determinado item, este pode ser adicionado ao escopo do projeto. Claro, com um aumento do prazo do cronograma e gerando atrasos na entrega do projeto.  É bem provável que o cliente vai pensar duas vezes antes de querer adicionar algum outro requisito desnecessário.</p>
<p><span id="more-380"></span></p>
<p>Para que o analista de requisitos possa defender sua empresa, ele deve estar sempre respaldado do cronograma e do documento de escopo que serviu de base para elaboração da proposta técnica do projeto, além de estar sempre em contato com o arquiteto, verificando o nível de dificuldade para implementar os pedidos do demandante da aplicação.  Lembrando que, se o cliente não irá pagar pelo tempo extra de desenvolvimento, o analista deve tentar ao máximo facilitar a vida dos desenvolvedores,evitando problemas para entrega do projeto.</p>
<h3>Criando Oportunidades &#8211; O analista de requisitos como analista de negócios</h3>
<p><strong>O analista de requisitos também pode ser o criador de novas possibilidades de negócio para sua empresa,</strong> não sendo somente o “estraga prazeres” do cliente. Quando ele conhece bem as possibilidades da sua empresa e conhece as necessidades dos clientes, pode identificar deficiências de processos, que podem ser resolvidas com um projeto de desenvolvimento de um sistema que resolva tal deficiência. Pode num bate-papo visualizar uma oportunidade de integração de sistemas, vide que o cliente relatou que existem problemas de comunicação de dados de sistemas de áreas diferentes. O analista pode até mesmo sugerir para o cliente o desenvolvimento de um sistema que ele nunca tinha pensando, e que pode melhorar consideravelmente a eficiência operacional do negócio.</p>
<p><strong>São inúmeras possibilidades que podem ser exploradas, e ninguém melhor que o analista de requisitos, que nesse momento é um analista de negócio, para tomar frente isso, devido aos elos técnicos e de negócio que possui.</strong> O analista não é peça chave no processo de identificação de oportunidades, mas é uma peça importante, devido ao contato no dia-a-dia do cliente. Ainda mais em um cenário de crise como o atual, onde é sempre importante que as empresas estimulem seus funcionários a buscarem novos projetos de <a title="CAD - Custom Application Development, desenvolvimento customizado, na BRQ IT Services" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/cad-custom-application-development/">desenvolvimento de software</a>. Grandes companhias como Google, Microsoft, Yahoo, etc., estimulam seus funcionários a desenvolverem novos projetos e já sabemos que esse modelo de negócio funciona.</p>
<h3>Aumentando negócios e eficiência operacional</h3>
<p>Enfim, quando o analista de requisitos age defendendo os processos da sua empresa evitando custos extras em projetos e uma rotina de trabalho mais complexa, além de contribuir para o aumento de negócios da companhia, ele está fazendo um papel de negócio que é importante que seja exercitado, buscando conhecer cada vez mais a rotina da empresa para qual está prestando consultoria e os processos dos potenciais mercados demandantes de software, visando sempre menor custo e maior eficiência operacional. <em> * Adriano Lages dos Santos é analista de negócios e está cursando MBA em Gerenciamento de Projetos</em></p>
<p>[atualizado em 21 de Agosto de 2009 por Editor BRQBiz]<br />
O link do trecho levantamento de requisitos foi alterado para enviar ao post original <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Anselmo Luiz Éden Battisti" rev="vote-for" href="http://battisti.wordpress.com/2006/05/02/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">As 10 Armadilhas da análise de requisitos</a>, noblog do Anselmo Battisti. Anteriormente, enviava para  <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Alexandre José" rev="vote-for" href="http://alexandrejose.com/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">republicação do post no blog de Alexandre José</a>. Recomendamos a visita aos dois blogs, boas referências para analistas e programadores.<br />
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		<title>E-commerce: Varejo High-Tech</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 22:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Varejo High-Tec: O e-commerce para varejo ganha força, saiba o que proporcionou este crescimento e em que pode implicar para tecnologia da informação e negócios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-332" title="Varejo High-Tech. A explosão do e-commerce no varejo." src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/varejo-hightech-150x150.jpg" alt="Varejo High-Tech. A explosão do e-commerce no varejo." width="150" height="150" />Parece incrível, mas alguns gigantes do varejo demoraram, e muito, para perceber a importância do comércio eletrônico (<em>e-commerce</em>), adiando desta forma o lançamento de suas lojas virtuais. <a title="Wal-mart lança seu e-commerce" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG78955-8374-7,00.html">Wal-mart</a> e <a title="E-commerce Casas Bahia lança loja virtual" href="http://www.consumidormoderno.com.br/canais/vendas/casas-bahia-enfim-lanca-sua-loja-virtual">Casas Bahia</a> foram dois exemplos clássicos de lentidão nessa iniciativa, mas se redimiram há poucos meses.</p>
<p><strong>A popularização das vendas de computadores e notebooks no Brasil e a facilidade de instalação de redes de banda larga deram sinais claros de que o perfil dos consumidores estava mudando, especialmente os de classe C e D, e esse seria um belo potencial a ser explorado. Os números comprovam. No Brasil, o número de consumidores que compram pela internet chegou a 13,2 milhões durante 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados do <a title="e-bit" href="http://www.ebitempresa.com.br/">e-bit. </a></strong></p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<p>De acordo com o estudo, as mulheres passaram os homens e agora representam 51% dos consumidores on-line. A consultoria estima que o setor deverá movimentar R$ 4,2 bilhões até julho deste ano, acréscimo de US$ 800 milhões em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A expectativa é de o número de consumidores on-line chegue a 17,2 milhões até o final de 2009.</p>
<h3>Ranking dos produtos mais vendidos em <em>e-commerce</em>:</h3>
<ul>
<li>1º lugar &#8211; Livros (17%)</li>
<li>2º lugar &#8211; Saúde e Beleza (12%)</li>
<li>3º lugar &#8211; Informática (11%)</li>
<li>4º lugar &#8211; Eletrônicos (9%)</li>
<li>5º lugar &#8211; Eletrodomésticos (6%)</li>
</ul>
<p>Em fevereiro deste ano a Casas Bahia inaugurou sua loja virtual, foram investidos R$ 3,7 milhões de reais, e a companhia espera que a loja represente até 2% do faturamento em um ano. Já em outubro de 2008 foi a vez do Wall-Mart, que apresentou a versão brasileira de sua loja virtual. Com investimentos da ordem de R$ 25 milhões, a loja virtual brasileira é a primeira fora dos Estados Unidos a levar o nome da rede varejista americana, já que em outros países são utilizados os nomes das subsidiárias regionais.</p>
<p><strong>Mas não são apenas as grandes marcas a embarcarem nessa onda. Com a entrada da Classe C e D muitos varejistas menores e cooperativas já planejam sua loja e-commerce. Buscando inovação da própria marca e um novo meio para aumento das vendas, a entrada dessas iniciativas no segmento aumentam as opções e num momento de crise pode ser a grande virada na massificação da internet.</strong></p>
<p>Muitos hoje em dia já fazem tudo pela internet, seja de compra de livros, locar filmes, reserva de voo, compras de supermercado e farmácia até a pizza de toda noite. Com a massificação da internet, opções de e-commerce não pensadas hoje se tornam viáveis e devem incomodar os grandes player.</p>
<p><strong>Temos também <a href="http://tecnovarejo.blogspot.com/2009/03/smartphones-se-integram-ao-varejo.html">o aumento dos smartphones</a>, que já trazem hoje uma opção viável de compra móvel.</strong> Isso sem contar o boom dos Netbooks e &#8220;plaquinhas&#8221; de internet que estão viabilizando o conceito de onipresença da internet. Se eu vou fazer aquela compra de produtos de limpeza, que faço todo mês, acessar o site pelo celular para &#8220;refazer&#8221; meu pedido possibilita uma usabilidade real de navegação nos smartphones.</p>
<p>A Casas Bahia já entrou com uma oferta agressiva, oferecendo produtos muitas vezes com parcela de menos de R$ 10. A diferença para as lojas físicas é que a pesquisa de preço é mais simples, e a visão clara de lojas que atendem A e B diferente do público C e D podem se misturar na grande rede. Sendo a loja bem qualificada e o produto mais barato, por que não comprar lá?</p>
<p>Hoje temos as redes sociais cada vez mais integradas, sites como o e-bit, que qualificam as lojas. Um público mais conectado, que esta levando as lojas a se preocuparem mais com a qualidade de serviços. Infraestrutura mais experimentada,<em> gateways</em> de pagamentos mais seguros, empresas de distribuição com mais experiência nesta modalidade. Aumento do ecossistema do varejo online, aumento de público, aumento de e-lojas.</p>
<p><strong>No momento da crise atual a <a title="A Cauda Longa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">Cauda Longa</a> dos consumidores online pode ser a grande oportunidade para fugir da crise. </strong></p>
<p><em>* Willian Leite, arquiteto de soluções, comanda uma equipe de 20 profissionais de TI especializados nas principais tendências atuais (SOA, BPM, E-Commerce, DBA, Content Management System)  e participou ativamente do projeto e implantação de três e-commerces para o segmento varejista. </em><br />
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</ul>
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		</item>
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		<title>Setor financeiro na vanguarda da Tecnologia da Informação &#8211; É a vez do Débito Direto Autorizado (DDA)</title>
		<link>http://biz.brq.com/setor-financeiro-na-vanguarda-da-tecnologia-da-informacao-e-a-vez-do-debito-direto-autorizado-dda/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 16:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Bonsegno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Sistema de Pagamentos Brasileiro]]></category>
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		<description><![CDATA[A Febraban e a CIP aprovaram um novo processo que vai revolucionar os meios de pagamento a partir de outubro, o DDA - Débito Direto Autorizado. Saiba como o DDA irá aumentar demanda por serviços de TI no país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-312" title="dinheiro" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/dinheiro3-150x150.jpg" alt="dinheiro" width="150" height="150" /><strong>Bancos, seguradoras, empresas de previdência privada, instituições de crédito, financeiras e corretoras de valores mobiliários formam o setor que mais investe em Tecnologia da Informação no Brasil, respondendo por cerca de 20% do total gasto no País.</strong></p>
<p>Segundo estudos da <a title="IDC" href="http://www.idc.com/">IDC</a>, <em>Brazil Quarterly Server Tracker Q308</em> e <em>IDC Brazil Quarterly Storage Tracker Q308</em>, o segmento financeiro consumiu em 2008 cerca de 42,8% das receitas totais investidas em servidores (incluindo <em><a title="Mainframe faz aniversário! Artigo de Marcelo Tognai no BRQBiz" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/mainframe-faz-aniversario/">mainframes</a></em>), assim como 29,3% do total investido em armazenamento de dados no Brasil. Este segmento é o que responde pela maior fatia de investimentos em ambos os mercados.</p>
<p><span id="more-297"></span></p>
<p><strong>O setor financeiro brasileiro coloca em prática este ano mais um grande projeto. A <a title="FEBRABAN" href="http://www.febraban.org.br/"><abbr title="Federação Brasileira de Bancos" lang="pt-br">Febraban</abbr> (Federação Brasileira de Bancos)</a> junto a <a title="CIP" href="http://www.cip-bancos.org.br/"><abbr title="Câmara Interbancária de Pagamentos" lang="pt-br">CIP</abbr> (Câmara Interbancária de Pagamentos)</a>, em parceria com os bancos, aprovaram um novo processo que vai revolucionar os meios de pagamento. Trata-se do <a title="DDA" href="http://www.febraban.org.br/projetodda/">Débito Direto Autorizado (<abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr>)</a>, que entra no ar em outubro deste ano.</strong></p>
<p><strong>Além de revolucionar os meios de pagamento, o <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr> vai incrementar a demanda de hardware, software e serviços de Tecnologia da Informação no país. O <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr> permitirá o recebimento eletrônico de compromissos de pagamentos, permitindo assim reduzir o número de boletos em papel.</strong></p>
<p>Os benefícios são inúmeros, além da economia em papel, tarifa de correios, entre outros, minimiza inconsistências e oferece, principalmente, ganho na agilidade. Segurança é outro item que merece destaque, já que existe hoje no Brasil um número significativo de fraudes realizadas por meio de boletos bancários.</p>
<p>Com sucesso já garantido, o sistema promovido pela <abbr title="Federação Brasileira de Bancos" lang="pt-br">Febraban</abbr> e <abbr title="Câmara Interbancária de Pagamentos" lang="pt-br">CIP</abbr> pode ser considerado produto de uma linha evolutiva provocada pela implantação do <abbr title="Sistema de Pagamentos Brasileiro" lang="pt-br">SPB</abbr> (Sistema de Pagamentos Brasileiro) em abril de 2002 pelo <abbr title="Banco Central" lang="pt-br">BACEN</abbr> (Banco Central).</p>
<p>Inicialmente concebido para imprimir performance às transações financeiras (devido às altas taxas de inflação da época em que o projeto foi iniciado), o <a title="SPB" href="http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/SPB/Novo_SPB/index.htm"><abbr title="Sistema de Pagamentos Brasileiro" lang="pt-br">SPB</abbr></a> teve seu objetivo revisto em 2001 e 2002 e foi redirecionado ao gerenciamento de riscos, colocando o Brasil no hall dos países em que transferências de fundos interbancários podem ser liquidadas em tempo real. Além de vincular qualquer transferência de fundos entre contas à existência de saldo suficiente de recursos em conta. Essas medidas elevaram a confiabilidade e credibilidade no sistema financeiro brasileiro não apenas por aqui, mas junto a toda comunidade internacional, principalmente Europa e <abbr title="Estados Unidos da América" lang="pt-br">EUA</abbr>.</p>
<p>Assim como o <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr>, outros projetos de magnitude estão no radar das principais entidades financeiras do país e continuarão a movimentar o setor, utilizando toda a expertise de profissionais brasileiros já consagrados internacionalmente como potenciais desenvolvedores de <a title="Serviços e Soluções" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">soluções de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></a>.</p>
<p><strong>Nosso País, por meio de instituições financeiras, bancos e governo, continua firme na vanguarda da Tecnologia da Informação. Ao que parece, essa linha evolutiva tende a continuar produzindo bons frutos, desafiando o setor de serviços e a apoiar, construir e consolidar nos próximos anos os melhores ambientes de hardware e software do mundo. </strong></p>
<p><em>* Luiz A. G. Bonsegno, analista de sistemas, é Diretor de Projetos de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> para o Segmento Financeiro.</em><br />
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</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Mainframe faz aniversário!</title>
		<link>http://biz.brq.com/mainframe-faz-aniversario/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 18:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Tognai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Cobol]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
		<category><![CDATA[mainframe]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O mainframe, computador de grande porte dedicado ao processamento de volumes gigantescos de informações, completa hoje 45 anos de existência como IBM. A fabricante informou que as vendas globais de mainframe cresceram 11% em 2008.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-284" title="Mainframe faz aniversário" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/imagem_bolo-de-aniversario-150x150.jpg" alt="Mainframe faz aniversário" width="150" height="150" />O <em lang="en">mainframe</em>, computador de grande porte dedicado ao processamento de volumes gigantescos de informações, completa hoje 45 anos de existência como <a title="IBM" href="http://www.ibm.com/br/systems/z/">IBM</a>. De acordo com o <a title="Computerworld - IBM afirma que vendas globais de mainframe crescera 11%" href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/04/07/ibm-vendas-globais-de-mainframe-cresceram-11-em-2008/">Computerworld</a>, a fabricante informou que as vendas globais de mainframe cresceram 11% em 2008.</p>
<p>O Brasil é o terceiro mercado de <em>mainframes</em> do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e Alemanha. O país possui atualmente 140 empresas usuárias de <em lang="en">mainframe</em> e respondem por 10% dos novos contratos fechados nos últimos dois anos.</p>
<p><span id="more-282"></span></p>
<p>Especialistas do setor de Tecnologia da Informação, principalmente os que atuam com <em lang="en">mainframe</em> no segmento financeiro (setor que mais demanda a utilização de <em>mainframes)</em>, enfrentaram muito preconceito nos últimos 15 anos.</p>
<p><strong>Os profissionais resistiram bravamente às duras críticas de que lidavam com uma tecnologia arcaica e que estava fadada a morrer, mas hoje o cenário é bem diferente, estes profissionais que atuam com <em lang="en">mainframe</em> são reverenciados pela especialização adquirida e bastante valorizados no mercado em função de quase não haverem profissionais habilitados para lidar com esta plataforma.</strong></p>
<p>Enquanto existir no mercado mundial <a title="Bradesco Seguros e Previdência busca gestão de conteúdos corporativos com governança, SOA e BPM usando mainframe, entre outras tecnologias" lang="pt-br" rev="vote-for" href="http://www.brq.com/mundo-plano/">empresas que processem volumes altos de informações</a>, como bancos, governo, empresas de cartão de crédito, entre outras, não há previsão de um dia o <em lang="en">mainframe</em> acabar. Como consolidador do processamento de altos volumes de informações ele é imbatível, não há outra plataforma compatível no mercado, além do que, ainda hoje a maior parte das linhas de código no mundo está em <a title="Artigo sobre mercado de desenvolvimento: Gigantes lutam pelas tecnologias de programação" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/30/gigantes-lutam-pelas-tecnologias-de-programacao/">COBOL</a> que é a principal linguagem usada nesta plataforma, o que demandaria um custo muito alto para a conversão destes programas. Devido a estes pontos, a não ser que algo novo e totalmente inovador seja inventado, acho difícil o fim desta plataforma no curto e médio prazo.</p>
<p><em>* Marcelo Tognai é Gerente de Projetos de <abbr title="tecnologia da informação" lang="pt-br">TI</abbr> para o setor financeiro. </em><br />
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		<title>Planejamento sucessório – Qual o impacto da saída de um líder numa organização?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tammy de Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de uma semana após admitir um problema hormonal, o CEO da Apple, Steve Jobs, afirmou que tiraria uma licença médica do cargo em razão de sua condição se mostrar mais complexa do que havia pensado.
Caso a ausência se mostre realmente temporária, analistas de mercado imaginam que o impacto pode ser bem menor. Mas se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-216" title="Planejamento sucessório" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/imagem-150x150.jpg" alt="Planejamento sucessório" width="150" height="150" />Cerca de uma semana após admitir um problema hormonal, o <abbr title="Chief Executive Officer" lang="en">CEO</abbr> da Apple, <strong>Steve Jobs</strong>, afirmou que tiraria uma licença médica do cargo em razão de sua condição se mostrar mais complexa do que havia pensado.</p>
<p>Caso a ausência se mostre realmente temporária, analistas de mercado imaginam que o impacto pode ser bem menor. Mas se o executivo precisar se afastar da presidência da Apple de forma definitiva será muito mais difícil prever o futuro da companhia. Após os rumores de que a saúde de Steve Jobs estava fragilizada, as ações da Apple recuaram quase que instantaneamente.</p>
<p><span id="more-174"></span></p>
<p><strong>Planejamento sucessório na Apple</strong></p>
<p>A Apple anunciou há poucas semanas o lançamento do <a title="iPod Shuffle" href="http://store.apple.com/us/browse/home/shop_ipod/family/ipod_shuffle?mco=MTE2NTU">novo iPod shuffle</a>. O lema do lançamento é &#8220;O Menor MP3 Player do Mundo Agora Fala com Você&#8221;, referência às duas principais características do aparelho: o tamanho e a tecnologia VoiceOver, que permite que o iPod &#8220;fale&#8221; com o usuário. No último dia 17 a Apple apresentou as novidades previstas para o novo sistema operacional do iPhone, o <a title="iPhone OS 3.0" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1046603-6174,00.html">OS 3.0</a>. Os lançamentos não param.</p>
<p>Mais um sucesso de vendas? Talvez. Imaginem, num longo prazo, os próximos lançamentos da marca apresentando sucesso absoluto no mercado e as ações se posicionando em alta. Será que isso basta para aliviar a preocupação dos investidores?</p>
<p><strong>Falar de Jobs e de Apple é falar da mesma coisa </strong></p>
<p>Jobs é um grande líder e muitas pessoas cultuam isso. No seu histórico, uma vida difícil. Filho adotivo. Não terminou a universidade. Mas conseguiu aplicar na prática o que extraiu da vida com tamanha genialidade. Com apenas 20 anos de idade fundou a Apple juntamente com Steve Wozniak. A sede da empresa era na garagem da casa dos seus pais. Dez anos depois, quando Jobs tinha apenas 30 anos de idade, a Apple se transformou numa empresa de US$ 2 bilhões e mais de quatro mil profissionais.</p>
<p>E aí, ele foi demitido. Como alguém pode ser demitido de uma empresa que fundou? Divergências de gestão fizeram com que os conselheiros da empresa o dispensassem. Jobs retomou sua carreira profissional, criou a NeXT e desenvolveu a Pixar, duas empresas à frente de seu tempo. Como o mundo realmente dá muitas voltas, algum tempo depois, pasmem, a Apple comprou a NeXT e Jobs retornou à companhia. Os anos só fizeram bem a ele.</p>
<p>Num <a title="Discurso Steve Jobs" href="http://marcelamiranda.wordpress.com/2009/02/13/conselhosbystevejobs/">discurso de colação de grau numa das maiores universidades do mundo</a> Jobs disse aos formandos que a morte é um destino que compartilhamos. Ninguém nunca escapou dela. Para Jobs, a morte é muito provavelmente a melhor invenção da vida. Agente de mudança de vida. Remove o velho para dar espaço ao novo. Renovar é preciso.</p>
<p><strong>As questões que deixo aqui são as seguintes: será que a companhia está preparada para estabelecer um planejamento sucessório para o caso de um dia Jobs não mais poder conduzir a empresa? Qual o impacto efetivo da saída de um líder numa organização? A garantia do sucesso dos próximos lançamentos da Apple pode substituir a personificação de Jobs realizada por clientes que cultuam a marca? E o direito à privacidade das pessoas? Alguém se arrisca?</strong></p>
<p><em>Tammy de Andrade é jornalista especializada em Tecnologia da Informação e adora ouvir música no seu iPod.</em><strong><br />
</strong><br />
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</ul>
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		<title>Terceirização em Tecnologia da Informação sim!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O arquiteto de soluções Alexandre Pereira usa o pato como analogia de empresa sem foco e explica porquê terceirizar tecnologia da informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignright" title="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." href="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/businessduck.jpg"><img class="size-full wp-image-203" title="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/businessduck.jpg" alt="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." width="173" height="232" /></a>Já foi dito que <strong>o pato é um animal interessante </strong>quanto ao leque de habilidades que apresenta: <strong>corre, voa, nada</strong> e canta (canta?). Acontece que ele <strong>não se destaca em nenhuma</strong> delas: corre, mas não é um grande corredor&#8230; e assim por diante. Sabe qual o motivo disso? <strong>Ele não tem foco.</strong></p>
<p>Agora observe <strong>o mundo corporativo.</strong> <strong>Ele é repleto de exemplos de “empresas pato”</strong> com uma extensa lista de habilidades mantidas em seu organograma: Compras, Jurídico, <abbr title="Recursos Humanos" lang="pt-br">RH</abbr>, Comercial, Financeiro, Marketing, Tecnologia e outros mais.</p>
<p> </p>
<p> <span id="more-179"></span></p>
<p>Entendam. Não estou dizendo que estas empresas não têm foco. Mas se analisarmos bem o real negócio destas empresas, começamos a identificar <strong>habilidades desnecessárias dentro do organograma.</strong></p>
<p>E aqui mais uma vez faço uma ressalva sobre a definição de “desnecessárias”. Quando falo em desnecessárias estou relacionando aquelas <strong>habilidades que não trazem diferencial competitivo</strong> para uma determinada empresa.</p>
<p>Ou você é daqueles que ainda acredita que toda empresa precisa de uma mega estrutura de Tecnologia da Informação (<abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>) com diretores, gerentes, arquitetos, analistas, desenvolvedores e outros mais? Deve também acreditar que, ao contrário de adquirir um produto de <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> de mercado, o melhor a fazer é investir um esforço de meses de trabalho e construir o seu próprio sistema para gerenciar o relacionamento com seus clientes.</p>
<p>Meu amigo desenvolvedor, acredite em mim:<strong> o sistema que você quer desenvolver dentro de casa poderá ser perfeito. Mas dificilmente ele vai fazer algo que qualquer outro <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> de mercado já não faz. </strong>Também não vai trazer o necessário diferencial competitivo ambicionado por sua empresa. E mais ainda, você vai criar um legado que demandará investimentos em manutenção corretiva/evolutiva para um empresa que não é uma softhouse.</p>
<p>Você pode não gostar ou concordar com o que está lendo. Mas vai ter que aceitar um fato: se sua empresa não é do segmento de serviços de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> e você é um profissional de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> (e quer ser reconhecido como tal), desculpe-me, mas hoje você não está no lugar certo. <strong>Se o negócio da empresa (onde você trabalha) é o varejo de alimentos, o foco não vai ser (nunca) construir sistemas.</strong></p>
<p>Façamos agora uma pequena análise desse cenário para, nós, profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<h2>A empresa onde nosso amigo desenvolvedor trabalha</h2>
<p>Lembrando, a essência do negócio onde nosso amigo desenvolvedor trabalha é o varejo de alimentos. Todos os esforços estão focados na excelência operacional na logística de distribuição, nas compras, na relação com fornecedores e no atendimento aos clientes.</p>
<p>Mesmo sabendo qual é o seu negócio, a empresa continua insistindo no modelo de organograma repleto de habilidades. Facilmente identificamos alguns problemas que esse modelo nos acarreta:</p>
<h3>Profissionais desmotivados e preocupados somente com sua sobrevivência</h3>
<p>Já percebeu o quanto ouvimos “tudo é muito difícil e não vou conseguir fazer para hoje” de alguns profissionais das equipes de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> nas empresas? É a triste maneira encontrada para demonstrar a necessidade da existência da equipe interna de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> por, pelo menos, mais um dia.</p>
<p>Vivem em constante sentimento de medo e por isso não se envolvem nos projetos mantendo uma distância segura daquilo que identificam como problemas (desafios relacionados a mudanças de tecnologia, por exemplo).</p>
<h3>Pouco investimento nos profissionais</h3>
<p>Faz muito tempo que a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> virou a grande vilã quando se fala em investimento (em profissionais) sem retorno. Para que investir em treinamentos de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> se meu negócio é vender alimentos?</p>
<h3>Profissionais com baixo interesse no negócio</h3>
<p>Profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> gostam de novidades, testar coisas novas, usar produtos novos, aplicar conceitos novos. Mas pergunte ao desenvolvedor qual o grau de importância (para o negócio) do sistema que ele está construindo. Ou qual o motivo de escolher <a title="JavaServer Faces Technology - Técnica demais para o designer, visual demais para o desenvolvedor" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/javaserver-faces-technology-tecnica-demais-para-o-designer-visual-demais-para-o-desenvolvedor/"><em lang="en">JavaServer Faces</em></a> + SEAM + EJB, quando o mesmo sistema poderia ser desenvolvido em menos tempo, com menor esforço e com um custo menor ainda utilizando STRUTS + SPRING + IBATIS?</p>
<h3>Baixo reconhecimento pelo trabalho efetuado</h3>
<p>Projeto, arquitetura e codificação perfeitos. Nosso amigo desenvolvedor construiu um sistema de <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> que poderia ser um case de sucesso – mas não em uma empresa de varejo. Lembre-se que, para o usuário da área de negócio, o que importa é a qualidade dos dados apresentados na tela &#8211; e não como o sistema foi construído.</p>
<h2>Empresas onde o foco é <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></h2>
<p>Algumas empresas já conseguiram identificar quais são as habilidades necessárias no organograma e que trazem o diferencial competitivo. E a equipe interna de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, como hoje conhecemos, deixou de existir. <strong>Os novos profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, ao contrário de analistas de sistemas e desenvolvedores, apresentam outros perfis</strong>, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Analistas de Negócio: </strong>sua função é entender quais são as demandas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> necessárias às Áreas de Negócio.</li>
<li><strong>Gestores de Contratos:</strong> sua função é gerenciar os contratos com os fornecedores de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> e fazê-los cumprir os <abbr title="Service Level Agreement" lang="en">SLA</abbr>s.</li>
</ul>
<p>Para estas empresas,<strong> a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> é um conjunto de ferramentas para ajudá-las a tomar decisões.</strong> Portanto não importam quais tecnologias ou produtos são utilizados, desde que a informação seja confiável e disponível quando necessária.</p>
<p>E quem é que projeta, desenvolve e mantém esse conjunto de ferramentas para estas empresas? Outras empresas que têm a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> como essência do negócio. E como esse é o foco destas empresas, identificamos as seguintes características.</p>
<h3>Profissionais reconhecidos como diferencial competitivo</h3>
<p>Sistemas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> são o produto final da empresa – é o que vendemos aos clientes. Mas esses sistemas são <strong>o resultado do trabalho (mesmo que alguns digam o contrário) altamente especializado de profissionais</strong> (nem sempre eu digo) altamente especializados.</p>
<p>Desenvolvedores fazem parte do ativo das empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. A presença de bons desenvolvedores é um diferencial competitivo neste mercado.</p>
<p>E para manter esses (muito bons) profissionais na lista de colaboradores, as empresas investem em remuneração diferenciada. <strong>Treinamentos, participação em eventos técnicos e, em alguns casos trabalhando em projetos no exterior</strong> são outros incentivos utilizados.</p>
<h3>Fazer parte do negócio</h3>
<p>Construímos sistemas para uma empresa que tem como negócio construir sistemas.</p>
<h3>Diversidade</h3>
<p>Empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> atendem a <a title="Clientes nos setores de Finanças, Seguros, Governo, Serviços, Manufatura e outros da BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/clientes/">clientes dos diversos segmentos de mercado</a>. E esses clientes apresentam um diversificado portfólio de sistemas, tecnologia e produtos. Chance de trabalhar, sempre, com algo diferente.</p>
<h2>Cada um com seu cada um &#8211; também em <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></h2>
<p><strong>Gostando ou não, a terceirização é uma realidade. </strong>As empresas estão cada vez mais focadas no seu negócio, buscando corte de custos e eficiência operacional máxima. Com relação àquelas habilidades que estão distantes do negócio principal, a estratégia adotada é delegá-las às outras empresas.</p>
<p>Vamos lembrar também do momento que estamos vivendo. A crise financeira mundial está exigindo das empresas uma revisão nos seus investimentos. Muitas irão adotar a terceirização para auxiliar na gestão de custos.</p>
<p><strong>Neste cenário, sendo uma empresa de varejo de alimentos, os investimentos devem ser direcionados para transformá-la em uma eficiente máquina de compra, distribuição e vendas.</strong> Foco total na essência do negócio para que a empresa alcance dos resultados desejados.</p>
<p>E quando esta mesma empresa decidir pelo uso de um sistema de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o ideal é direcionar esta demanda para as  empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, que dedicam recursos para construir sistemas, que sabem construir sistemas, quem são eficientes nesta tarefas. Sistemas são a essência do negócio de empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<p>E quando esta mesma empresa decidir pelo uso de um sistema de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o ideal é direcionar esta demanda para as  empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, que dedicam recursos para construir sistemas, que sabem construir sistemas, que são eficientes nesta tarefas. Sistemas são a essência do negócio de empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<p>Portanto, <strong>para as empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o momento é de entender a essência do seu negócio. E foco volta a ser o principal.</strong> Não vale dizer ser o pato de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. É importante ser uma empresa reconhecida por alguma competência. Tornar-se uma empresa que faz um trabalho pelo qual vale a pena pagar.</p>
<p><strong>Isso vale tanto para a empresa quanto para o profissional. </strong>De que adianta ser um super profissional de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> em uma empresa de varejo? Todos gostam de ter orgulho de suas habilidades e ambicionam ser reconhecidos por estas.</p>
<p>A terceirização é a nossa oportunidade de fazermos a diferença como profissionais, atuando em empresas de serviços de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. <strong>É a nossa oportunidade de fazer um trabalho que importa!</strong></p>
<p><em>Alexandre Pereira é arquiteto de soluções e não gosta de pato com laranja.</em><strong><br />
</strong><br />
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		<title>Uma solução que vem da tomada! Banda larga pela rede elétrica.</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 19:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ IT Services</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brasil passará a contar, oficialmente, este ano com o serviço de internet banda larga pela rede elétrica. Esse lançamento aumentará e estimulará ainda mais a competição junto aos atuais players de banda larga presentes no País.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_135" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-135" title="imagem_tomada_12" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/imagem_tomada_12-150x150.jpg" alt="Imagem ilustrando artigo &quot;Uma solução que vem da tomada&quot;" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Imagem ilustrando artigo &quot;Uma solução que vem da tomada&quot;</p></div>
<p>Estará disponível ainda este ano no Brasil o serviço de<a title="Jornal da Tarde - Internet via tomada" href="http://txt.jt.com.br/editorias/2008/09/15/eco-1.94.2.20080915.8.1.xml"> <strong>internet banda larga pela rede elétrica</strong></a>. Totalmente plug and play. Esse lançamento <strong>aumentará e estimulará ainda mais a competição junto aos atuais players de banda larga presentes no Brasil.</strong></p>
<p>Esse é o tipo de competição que eu realmente adoro. Porque quem ganha é o consumidor final. As empresas serão obrigadas a melhorar o serviço, <strong>agilizar o atendimento ao cliente, abaixar os preços, criar pacotes mais atraentes, melhorar velocidade, entre outros mimos</strong> similares aos que vemos hoje na telefonia celular. As operadoras estão hoje nas mãos dos usuários. Claro, é ele quem paga pelos serviços. Esse é o cenário correto, e não o inverso.</p>
<p><span id="more-134"></span></p>
<p>A vantagem da rede elétrica sobre outras redes é a cobertura, já que alcança 97% da população brasileira. <strong>Hoje, apenas 5 milhões de pessoas não têm acesso à energia elétrica no Brasil (o equivalente a 3% da população no País).</strong> <a title="Programa Luz para Todos" href="http://www.mme.gov.br/programs_display.do?prg=8">Pelo programa do governo Luz para Todos</a>, esse déficit deverá ser zerado até o final do próximo ano.</p>
<p>Além disso, a velocidade de conexão desse tipo de tecnologia já começa com 20 megabits por segundo (Mbps), bem acima da capacidade dos serviços oferecidos hoje, que em geral vão até 10 Mbps.</p>
<p>Tecnicamente, as redes das distribuidoras de energia elétrica estão prontas para prestar esse serviço, bastam apenas algumas adaptações de baixo custo. Em breve, luz e internet correrão pela mesma fiação.<br />
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		<title>Crise beneficia a adoção de Outsourcing de Tecnologia de Informação no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Matta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A situação de crise afeta também a área de Tecnologia da Informação de diversas empresas. Como isto vem catalisando a adoção de outsourcing de serviços de TI e quais benefícios para as empresas contratantes destes serviços?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignright" href="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/crise-no-sistema-financeiro-beneficia-a-adoaao-de-outsourcing-no-brasil.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-89" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/crise-no-sistema-financeiro-beneficia-a-adoaao-de-outsourcing-no-brasil-150x150.jpg" alt="Detalhe de tabuleiro de xadrez ilustrando competitividade" height="150" /></a>Vivemos tempos de crise em diversos setores. Desaceleração das vendas. Desemprego em alta. Falta de linhas de crédito. E o pior, não visualizando uma saída há curto prazo. Todos esses fatores estão pressionando as empresas a cortar investimentos, produção e empregos.</p>
<p><strong>As áreas de Tecnologia da Informação das empresas não estão imunes a esta situação e elas devem contribuir com sua parte. </strong>Se fôssemos separar os investimentos de <abbr title="Tecnologia da Informação">TI</abbr>entre manter a operação funcionando e criar novas iniciativas e inovações vamos chegar à seguinte conclusão: o investimento para manter seus ativos de <abbr title="Tecnologia da Informação">TI</abbr> operando apenas atendendo o dia-a-dia do negócio representa entre 65% e 70% de todo o valor de investimento da empresa nesse segmento.</p>
<p><span id="more-88"></span></p>
<p><strong>O modelo de <em><a title="AMO - Application Management Outsourcing, na BRQ IT Services" rev="vote-for" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/amo-application-management-outsourcing/">outsourcing</a></em>, na maioria dos casos, atua exatamente sobre esta maior fatia de investimentos</strong>. Os modelos de <em>outsourcing</em> de serviços como <em>hosting</em>, <em>help desk</em>, <em>service desk support</em>, <em>desktop support</em>, sustentação e manutenção de aplicações estão maduros e, se bem aplicados, trazem redução do custo de operação para o cliente, além de uma maior capacidade de crescer ou reduzir o atendimento de demandas e níveis de serviços.</p>
<p><strong>Já é possível observar que as empresas estão se movimentando neste sentido</strong>, mesmo aquelas que eram muito resistentes a terceirizar serviços. Tudo isso gera um número crescente de concorrências e contratos de Outsourcing. Portanto, esta crise pode estar sendo um catalisador deste movimento no Brasil, e <strong>quem não estiver se <a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">preparando</a>, tanto <a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">do lado do cliente</a> quanto do provedor de serviços, pode perder a competitividade.</strong><br />
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		<title>Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 17:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Matta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um escândalo envolvendo um provedores de serviços de tecnologia da informação da Índia em xeque o sistema regulatório indiano e a saúde financeira das empresas indianas. Como isso pode ajudar o Brasil a crescer em exportação de software?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><strong><a href="http://flickr.com/photos/thejourney1972/281626179/"><img class="size-thumbnail wp-image-52" title="Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem 01 - por The Journey Man 1972)" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/saude-financeira-das-indianas-em-xeque-e-a-vez-do-brasil-thejourney1972-150x150.jpg" alt="Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem 01 - por The Journey Man 1972)" width="150" height="150" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem por The Journey Man 1972)</p></div>
<p><strong>Há pouco tempo foi anunciado um<a title="Satyam pede para sair - post sobre a saúde financeira de empresas de TI indianas, por Camila Fusco" href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar2.shtml?permalink=145399"> escândalo envolvendo um dos maiores provedores de serviços de tecnologia da informação da Índia</a></strong>. Este evento colocou em xeque o sistema regulatório indiano e uma dúvida no ar sobre a saúde financeira das empresas indianas. <strong>Como isso pode ajudar o Brasil a crescer no cenário mundial de exportação de <em>software</em> e <a title="Serviços e Soluções em Tecnologia da Informação - BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços de <abbr title="tecnologia da informação" lang="pt-br">TI</abbr></a>?</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p> Esta pergunta tem marcado a pauta dos principais institutos de pesquisa e aconselhamento. Diversos clientes que consomem os serviços indianos têm questionado a estes institutos sobre o risco Índia e como estão posicionados os outros países no cenário de exportação de serviços, pricipalmente o <a title="Outsourcing na Wikipedia, em inglês." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Outsourcing"><em>outsourcing</em></a> de tecnologia da informação . O Brasil, dentro do cenário da América Latina, tem melhorado o seu posicionamento e tem uma excelente oportunidade de assumir uma liderança. </p>
<p> </p>
<p><span id="more-29"></span> Temos consciência que ainda estamos longe da capacidade de escala e maturidade do processo de exportação de software indiano, contudo, com<strong> investimento integrado entre o governo e a iniciativa privada</strong>, podemos melhorar este cenário e abocanhar uma parte deste mercado. Algumas ações devem ser realizadas como redução do custo Brasil, investimento em <strong><a title="BRQ forma duas turmas no ForSoft: Projeto que alia inclusão e capacitação" href="http://www.brq.com/brq-forma-duas-turmas-no-forsoft-projeto-que-alia-inclusao-e-capacitacao/">educação e formação especializada</a></strong>, reforço do cumprimento das leis de propriedade intelectual e atuação de missões governamentais com mais intensidade.</p>
<p>Várias iniciativas neste sentido estão em curso, como por exemplo as que  estão sendo realizadas por meio da <a title="Site da Brasscom" href="http://www.brasscom.org.br/brasscom/content/view/full/2">Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação)</a> e da <a title="Site Softex" href="http://www.softex.br/portal/_home/default.asp">Softex </a>em associação com as empresas privadas. É preciso fazer mais para acelerar o processo. Como o futuro é duvidoso (principalmente nestes tempos). não temos como prever o que vai acontecer, e devemos continuar caminhando e pressionando por mudanças.<br />
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