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	<title>BRQBizBRQBiz- Conhecimento e Inteligência em Negócios &#187;</title>
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	<description>Conhecimento e Inteligência em Negócios.</description>
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		<title>Inovação – A busca constante por melhorias</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 18:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Müller</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[administração]]></category>
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		<description><![CDATA[ Minha visão de inovação sempre foi associada a mudanças revolucionárias, até que participei de um workshop de dois dias sobre Inovação, criado pela Universidade Brighton e trazido para o Brasil pelo BNDES.
A proposta tem uma visão diferente. Se você fazia alguma coisa de uma forma e passa a fazer diferente, do seu ponto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignleft" title="Caso de design inovador para carrinhos de supermercado, pela IDEO (Shopping Cart Concept). Em inglês" hreflang="en" href="http://www.ideo.com/work/item/shopping-cart-concept/"><img class="size-thumbnail wp-image-60" title="Carrinho de supermercado com design da IDEO - Um exemplo de inovação. (IDEO Shopping Cart Concept)" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/inovaaao-150x150.jpg" alt="Carrinho de supermercado com design da IDEO - Um exemplo de inovação. (IDEO Shopping Cart Concept)" width="150" height="150" /></a> Minha visão de <strong>inovação sempre foi associada a mudanças revolucionárias, até que participei de um <em>workshop</em> de dois dias sobre Inovação</strong>, criado pela Universidade Brighton e trazido para o Brasil pelo <acronym title="Banco Nacional de Desenvolvimento" lang="pt-br">BNDES</acronym>.</p>
<p>A proposta tem uma visão diferente. Se você fazia alguma coisa de uma forma e passa a fazer diferente, do seu ponto de vista, isso é inovador. Incorporar ideias que já existem por aí, mas ainda não utilizadas, são consideradas inovações.</p>
<p><span id="more-58"></span></p>
<p>Para exemplificar a <strong>construção de inovação</strong> e tentar dar ordem ao caos envolvido em qualquer processo criativo, o <em>workshop</em> apresentou alguns casos interessantes e propõe etapas para inovar.<strong> Um dos exemplos apresentados foi um grupo heterogêneo (composto de arquitetos, donas de casa, engenheiros, economistas, entre outros) que se reuniu para discutir como criar um novo carrinho de supermercado</strong>. <a title="The IDEO shopping cart" href="http://atomiq.org/archives/2005/09/what_happened_to_the_ideo_shopping_cart.html">Esse foi um caso prático</a> realizado numa <a title="Caso de design inovador para carrinhos de supermercado, pela IDEO (Shopping Cart Concept). Em inglês" hreflang="en" href="http://www.ideo.com/work/item/shopping-cart-concept/">empresa americana de design, a IDEO</a>.</p>
<p>Antes de começar, eles escreveram algumas regras básicas de comportamento, tais como respeito entre eles, hierarquia (ou falta dela), processo de decisão, lideranças, etc. Essas regras de “governança” foram coladas na parede e precisavam ficar a mostra (para serem lembradas) todo o tempo. Um mediador foi eleito e fez um cronograma com prazos para as etapas.  As etapas</p>
<ul>
<li>Etapa 1: Busca</li>
<li>Etapa 2: Exploração</li>
<li>Etapa 3: Comprometimento</li>
<li>Etapa 4: Execução</li>
<li>Etapa 5: Otimização</li>
</ul>
<p>Cada uma dessas etapas teve um objetivo e devia ficar claro o momento em que cada fase terminava, dando início para uma próxima.</p>
<h3>Inovação &#8211; Etapa 1: Busca</h3>
<p>A primeira etapa do processo foi a de Busca. Nela, <strong>todos buscaram ideias inovadoras</strong>. Escreveram e colaram tudo numa parede, várias<strong> ideias estranhas e algumas óbvias que resultaram de pesquisa de campo</strong> (visitar um supermercado, observar câmeras de vigilância e conversar com pessoas por lá) e também da experiência individual dos integrantes do grupo.</p>
<h3>Inovação &#8211; Etapa 2: Exploração</h3>
<p>A segunda etapa foi a de Exploração e envolveu <strong>agrupar esses conceitos</strong> para poder evoluí-los. Explorar uma combinação de ideias é sempre melhor do que trabalhar em cima de uma única ideia. Foi interessante notar a importância das críticas construtivas e da postura de não atacar as ideias apresentadas.</p>
<p>Resultado dessa etapa: alguns desenhos de um carrinho com cestas móveis, lugar para guardar sacolas, lugar para transportar uma criança, a importância de ser feito de material reaproveitado.<strong> Daí saiu um novo conceito combinado, fruto do esforço coletivo.</strong> Essa idéia foi prototipada e foi criado um carrinho de verdade</p>
<h3>Inovação &#8211; Etapa 3: Conhecimento</h3>
<p>A terceira etapa foi a de Comprometimento. O importante nessa etapa era <strong>apresentar uma visão realista</strong>, apresentando uma ideia viável para aprovação dos stakeholders envolvidos. No caso do carrinho de supermercado, a intenção foi apresentar o modelo aos clientes dessa empresa de design. Em uma semana eles foram capazes de levar um carrinho para dentro de um supermercado e <strong>fazer compras com o protótipo</strong>.</p>
<h3>Inovação &#8211; Etapa 4: Execução</h3>
<p>A quarta etapa foi a de Execução, <strong>a realização do projeto em si</strong>. Foi importante formar um time de alta performance, ágil e versátil, já que o assunto era inovação.</p>
<h3>Inovação &#8211; Etapa 5: Otimização</h3>
<p>Otimização foi a quinta etapa. A busca constante por <strong>oportunidades de melhoria</strong>. Avaliar o valor efetivamente criado, celebrar realizações e buscar alternativas para melhorar sempre.</p>
<p>Aqui no Brasil, uma visita a alguns supermercados é suficiente para ver de perto um “filhote” do resultado de um processo de inovação como este: carrinhos mais leves, feitos de garrafas PET e com cestas móveis. Como eu disse no início do artigo, minha visão de inovação sempre foi associada a mudanças revolucionárias, mas na verdade<strong> a inovação, definitivamente, é a busca constante por oportunidades de aperfeiçoamento.</strong><br />
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