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	<title>BRQBizBRQBiz- Conhecimento e Inteligência em Negócios &#187;</title>
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	<description>Conhecimento e Inteligência em Negócios.</description>
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		<title>Entendendo Outsourcing</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação BRQ IT Services</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aproveitando que a VI Conferência Anual Outsourcing do Gartner começa hoje, dia 15 de julho, separamos algumas matérias, posts e artigos interessantes sobre outsourcing, assunto fundamental para as empresas de TI, atualmente. Confira!


A discussão sobre outsourcing em TI não é de hoje. Na  matéria Outsourcing é atividade de TI que mais crescerá no Brasil até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando que a <a title="BRQ na VI Conferência Anual de Outsourcing do Gartner Group" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/vi-conferencia-anual-outsourcing/">VI Conferência Anual Outsourcing</a> do Gartner começa hoje, dia 15 de julho, separamos algumas matérias, posts e artigos interessantes sobre outsourcing, assunto fundamental para as empresas de TI, atualmente. Confira!</p>
<p><span id="more-476"></span></p>
<ul>
<li><strong>A discussão sobre </strong><em><strong>outsourcing</strong></em><strong> em </strong><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr> não é de hoje. Na  matéria <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2007/07/12/idgnoticia.2007-07-12.3874169270/">Outsourcing é atividade de TI que mais crescerá no Brasil até 2011</a>, publicada no site da revista ComputerWorld, você confere que já há algum tempo o tema é abordado na mídia. Aqui, você pode ter uma idéia de como o <em>outsourcing</em> vem se desenvolvendo ao longo dos anos no mercado brasileiro.</li>
<li>Para quem trabalha com <strong>exportação de serviços de </strong><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr>, aí vai uma boa notícia: <strong>a regulamentação da lei que permite a redução dos tributos de empresas exportadoras de serviços de tecnologia da informação</strong> está para sair. Você confere na matéria <a title="BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com">Lei que desonera exportação de serviço de TI está para sair</a>, do Jornal O Estado de S. Paulo, no site da <a title="BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com">BRQ</a>.</li>
<li>No post <a rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/terceirizacao-em-tecnologia-da-informacao-sim/">Terceirização em Tecnologia da Informação</a> sim!, publicado no blog <a title="Blog BRQTec" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/">BRQTec</a>, <strong>Alexandre Pereira  defende  a tão discutida terceirização em </strong><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr><strong>.</strong> Vale a pena ler!</li>
<li>Em contrapartida, trazemos um fórum de discussão em que os leitores dão suas opiniões sobre o tema: &#8220;<em>Outsourcing</em> de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. Confira em <a href="http://info.abril.com.br/forum/viewtopic.php?f=218&amp;t=150">Problema ou Solução?&#8221;</a></li>
<li><a title="Em Crise beneficia a adoção de Outsourcing de Tecnologia de Informação no Brasil" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/crise-beneficia-a-adocao-de-outsourcing-de-tecnologia-de-informacao-no-brasil/">Em Crise beneficia a adoção de Outsourcing de Tecnologia de Informação no Brasil, publicado aqui no blog </a><a title="Blog BRQBiz" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/">BRQBiz</a>, Paulo Matta, diretor de Negócios da BRQ,  explica como<strong> o modelo de </strong><em><strong>outsourcing</strong></em><strong>, na área de </strong><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr><strong>, pode ser benéfico em tempos de crise. </strong> Confira!</li>
<li>Principais concorrentes das empresas brasileiras de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, as companhias indianas estão sempre em foco quando o assunto é <a title="Serviços e Soluções em TI da BRQ IT Services" href="http://www.brq.com/servicoes-e-solucoes">serviços de Tecnologia da Informação</a>. Neste post, Paulo Matta discute <strong>como o escândalo envolvendo um dos maiores provedores de serviços de </strong><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr><strong> da Índia pode dar abertura para o Brasil se impor nesse mercado.</strong> Verifique no post <a title="Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil?" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/saude-financeira-das-indianas-em-xeque-e-a-vez-do-brasil/">Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil?</a></li>
<li>Em artigo publicado no site IMasters, Miguel Ruiz mostra as <strong><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/6428/gerencia/vantagens_do_outsourcing_em_ti/">vantagens de se adotar o <em>outsourcing </em>em </a></strong><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/6428/gerencia/vantagens_do_outsourcing_em_ti/"><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br"><strong>TI</strong></abbr></a><strong>.</strong> Mesmo sendo um texto de 2007, mantém-se atual. Entenda!</li>
<li><a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">Quais os efeitos colateral de um processo de preparação para Outsourcing</a>? Paulo Matta explica como funciona o processo de  <a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">preparação para <em>outsourcing</em></a>. Um ótimo artigo para quem quer entender sobre o assunto. <a rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/" title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing">Acompanhe</a>!</li>
<li>Nesta reportagem, publicada na revista <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> Inside, você verá como as empresas brasileiras de TI se destacam com suas versões de <em><a title="ThinkBRQ - Information Technology Outsourcing Services" href="http://www.thinkbrq.com">offshore outsourcing</a></em> num mercado dominado por multinacionais e empresas indianas. Leia em <a title="A Versão Brasileira do Offshore" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/a-versao-brasileira-do-offshore/">A Versão Brasileira do <em>Offshore</em></a></li>
</ul>
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<li><a href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/" title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing">Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing</a></li>
<li><a href="http://biz.brq.com/terceirizacao-em-tecnologia-da-informacao-sim/" title="Terceirização em Tecnologia da Informação sim!">Terceirização em Tecnologia da Informação sim!</a></li>
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<li><a href="http://biz.brq.com/identificando-oportunidades-o-diferencial-do-analista-de-requisitos/" title="Identificando oportunidades &#8211; o diferencial do analista de requisitos">Identificando oportunidades &#8211; o diferencial do analista de requisitos</a></li>
</ul>
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		<title>Segurança Digital, Quebra de Sigilo e Proteção de Dados Confidenciais em Empresa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valeriano Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quebra de sigilo é um risco a que todas as empresas estão submetidas no mundo digital. 
Como proteger dados e informações, as verdadeiras joias das empresas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quebra de sigilo é um risco a que todas as empresas estão submetidas no mundo digital. O avanço da tecnologia de informação, ao mesmo tempo que <a title="Agilizando captura de dados em eForms com código de barras 2D" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/agilizando-captura-de-dados-em-eforms-com-codigo-de-barras-2d/">agilizou diversos processos</a>, em alguns casos, fragilizou a segurança das companhias e facilitou a vida dos desonestos. <strong>Com a chegada da internet, a partir da metade da década de 90, abriram-se novas portas de acesso a dados confidenciais das empresas</strong>.</p>
<p><strong>Atualmente, entre 80% e 90% dos casos de roubo de segredos industriais acontecem pela rede.</strong> Antes, qualquer informação estava em meio físico, papel, disquete ou CDs. Hoje, é apenas um arquivo de computador, que passa de e-mail em e-mail,  muitas vezes de forma mais ágil e rápida do que poderíamos supor.</p>
<p>Como proteger estes dados e informações, verdadeiras joias das empresas?<br />
<span id="more-460"></span></p>
<h2>Como proteger os dados da empresa?</h2>
<p>Muitas companhias também são vítimas de roubos porque nem sequer sabem quais dados importantes devem ser protegidos. Pelo fato dos documentos estarem em nossos computadores, não tratamos as informações como pertencentes à empresa.</p>
<p>Em 90% dos casos de roubos há funcionários envolvidos. Não importa o escalão. As pessoas acham que o que está no computador que elas usam é delas. E daí, transferir as informações a outros é muito fácil. <strong>As corporações não devem apenas se preocupar com a segurança de acesso em seu ambiente de <a title="Serviços e Soluções" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/"><abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></a>, devem ficar atentas às informações que são enviadas a terceiros.<br />
</strong></p>
<h2>Segurança dos ativos &#8211; do garimpo a grandes corporações financeiras</h2>
<p>Em um garimpo, que lida com ativos tangíveis, todo o processo, desde a descoberta da pedra preciosa bruta até a fabricação da joia que é vendida em uma joalheria, é cercado de segurança. Entretanto, após a venda, não há nenhuma proteção.</p>
<p>Numa empresa de <a title="Clientes BRQ" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/clientes/">seguros ou financeira</a>, por exemplo, suas joias são ativos intangíveis: as informações que são geradas,o conhecimento do seu capital humano, as <a rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brandingemarcas.com.br/branding/" title="Saiba mais sobre Branding no site GlobalBrands - Branding e Marcas">estratégias de branding</a>. Por isso, estas informações devem ser protegidas durante todo o ciclo de existência de um documento, principalmente após este ser enviado.</p>
<p>Algumas empresas, como <a title="Parceiros BRQ" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/parceiros/">Adobe, IBM e Oracle</a>, por exemplo, possuem soluções que têm como objetivo a proteção de documentos.  A Adobe LiveCycle RightManager, solução que apresentei no <a title="Eventos" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/ciab/">CIAB</a>, por exemplo, permite monitorar quantas vezes o documento foi aberto, por quem e por quanto tempo. O arquivo pode ser revogado ou ativado a qualquer instante, mesmo após o seu envio a terceiros.</p>
<p>Quando tratamos os nossos dados como algo precioso, evitamos a quebra de sigilo, evitamos a perda de dados confidenciais.</p>
<p>E você? Seja o seu ativo tangível ou <a title="Saiba mais sobre Intangíveis no site GlobalBrands - Branding e Marcas" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brandingemarcas.com.br/intangiveis/">intangível</a>, como você protege suas joias?<br />
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		<title>Captura de dados em formulários eletrônicos: simplificando e vencendo a burocracia</title>
		<link>http://biz.brq.com/captura-de-dados-em-formularios-eletronicos-simplificando-e-vencendo-a-burocracia/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 17:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jean Simon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Formulários eletrônicos são uma solução para agilizar a captura de informações, e com o uso de códigos de barra multidimensionais (2D Barcodes) um volume maior de informação pode ser capturado. Saiba como funciona e suas vantagens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como já abordamos no post <a title="Gerenciamento Eletrônico de Documentos - Formulários Eletrônicos Para Vencer a Burocracia" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/gerenciamento-eletronico-de-documentos-formularios-eletronicos-para-vencer-a-burocracia">Gerenciamento Eletrônico de Documentos &#8211; Formulários Eletrônicos Para Vencer a Burocracia</a> , os <strong>formulários eletrônicos são uma solução para agilizar a captura de informações</strong>.</p>
<p>Mas, mesmo com o avanço das tecnologias de <em><abbr title="electronic formularies" lang="en">eForms</abbr></em>, os formulários em papel sobrevivem seja, pela necessidade de assinatura física, armazenagem de cópia física, obrigação legal ou mesmo por opção do usuário.</p>
<p><span id="more-433"></span></p>
<h3>Gerenciamento Eletrônico de Documentos &#8211; As soluções clássicas de captura de dados</h3>
<p>As soluções de <abbr title="Optical Character Recognization" lang="en">OCR</abbr> (<a title="OCR" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/OCR">reconhecimento ótico de caracteres</a>), ou de suas evoluções como <abbr title="Inteligent Character Recognization" lang="en">ICR (<a title="ICR, em inglês, na Wikipedia" rev="vote-for" hreflang="en" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Intelligent_character_recognition">reconhecimento inteligente de caracteres</a>) e o IWR</abbr> (<a title="IWR, em inglês, na Wikipedia" rev="vote-for" hreflang="en" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Intelligent_word_recognition"><abbr title="Inteligent Word Recognization" lang="en">reconhecimento inteligente de palavras</abbr></a>) avançaram muito, mas ainda não garantem 100% de acerto na leitura, o que exige a criação de processos de validação e/ou correção posterior dos dados.</p>
<p>Esse assunto é tão relevante, e existem múltiplas tecnologias sendo estudadas e desenvolvidas, que acabou recebendo a sigla de <acronym title="Automatic Identification and Data Capture" lang="en">AIDC</acronym> (<em><a title="Automatic Identification and Data Capture, em inglês, na Wikipedia" rev="vote-for" hreflang="en" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Automatic_identification_and_data_capture">Automatic Identification and Data Capture</a></em>), identificação e captura de dados automáticas.</p>
<h3><em>2D Barcodes</em> &#8211; Novas Opções para captura de dados em <em><abbr title="electronic formularies" lang="en">eForms</abbr></em></h3>
<p>Uma solução que vem sendo cada dia mais utilizada para integrar os formulários impressos com os digitais é os <strong>códigos de barras multidimensionais ou simplesmente 2D code.</strong></p>
<p>Os detalhes técnicos ficam para <a title="Agilizando captura de dados em eForms com código de barras 2D" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/agilizando-captura-de-dados-em-eforms-com-codigo-de-barras-2d">outro post</a>, no BRQTec, mas vamos entender aqui como ele funciona.</p>
<p>A solução é composta de um formulário eletrônico inteligente que contém em seu corpo um código de barras 2D. Durante o preenchimento do formulário eletrônico, <strong>o código de barras vai sendo atualizado com as informações digitadas. Em seguida, ele pode ser impresso e assinado.</strong> Ao ser enviado por fax ou entregue e submetido a um scanner, um processo de interpretação do <a title="Agilizando captura de dados em eForms com código de barras 2D" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/agilizando-captura-de-dados-em-eforms-com-codigo-de-barras-2d">código de barras 2D permite</a> a captura das informações em formato <acronym title="eXtensible Markup Language" lang="en">XML</acronym> com 100% de precisão e sem a intervenção manual.</p>
<p>Vamos ser um pouco mais práticos. Vou pegar, <strong>por exemplo, a situação de requisição de visto para entrada nos EUA.</strong> Não sei se a crise afetou essa demanda, mas, geralmente, centenas de pessoas solicitam o visto a cada dia. Todos esses dados precisavam ser capturados e, seja via tecnologias de <abbr title="Optical Character Recognization" lang="en">OCR</abbr> ou equipes digitação o processo era lento e custoso.</p>
<p>Utilizando a solução <em>Adobe Barcoded Forms</em> os requisitantes do visto preenchem o formulário DS-156, imprimem assinam e levam, junto com o restante da documentação necessária, ao consulado dos EUA. <strong>Ao apresentar no consulado, o formulário é submetido ao scanner e todos os dados são imediatamente inseridos nas bases de dados.</strong></p>
<p><a href="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/gerenciamento-eletranico-de-documentos-formularios-eletronicos-para-vencer-a-burocracia-figura-01.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-450" title="Formulários Eletronicos Para Vencer a Burocracia - Exemplo 1: Formuláriof DS-156 para pedido de vista americanoformulário DS-156" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/gerenciamento-eletranico-de-documentos-formularios-eletronicos-para-vencer-a-burocracia-figura-01.gif" alt="Formulários Eletronicos Para Vencer a Burocracia - Exemplo 1: Formuláriof DS-156 para pedido de vista americanoformulário DS-156" width="385" height="238" /></a></p>
<p>Simples, imediato e sem erros.</p>
<h3>As vantagens do uso de códigos de barra multidimensionais para <em><abbr title="electronic formularies" lang="en">eForms</abbr></em> em organizações</h3>
<p>Esse mesmo conceito pode ser aplicado a inúmeras necessidades com aplicações claras em empresas do <a title="Clientes BRQ IT Services no mercado governamental, financeiro e securitário" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/clientes/">governo, seguradoras, bancos e planos de saúde</a>.</p>
<p>Em todos os casos, o ganho em <strong>agilidade e segurança</strong> é evidente, e processos corporativos, que antes levavam horas (às vezes dias), podem ser resolvidos até em questão de minutos, <strong>diminuindo a burocracia</strong> e ajudando a diminuir uma cultura burocrática, além de gerar <strong>economia de espaço, recursos e tempo.</strong></p>
<p>E toda organização sabe: <strong>tempo, é dinheiro</strong>.</p>
<p>PS: para os mais interessados em aspectos técnicos de <abbr title="electronic formularies" lang="en">eForms e <abbr title="Gerenciamento Eletrônico de Documento" lang="pt-br">GED</abbr> (Gerenciamento Eletrônico de Documento), veja o post <a title="Agilizando captura de dados em eForms com código de barras 2D, no BRQTec" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/agilizando-captura-de-dados-em-eforms-com-codigo-de-barras-2d">Agilizando captura de dados em eForms com código de barras 2D</a>, no BRQTec.</abbr><br />
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		<title>Identificando oportunidades &#8211; o diferencial do analista de requisitos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 19:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Lages dos Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adriano Lages defende que o analista de requisitos deve se portar também como analista de negócios, tendo como missão de gerar valor para sua empresa e para o seu cliente. Leia mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eu considero que um analista de <a title="OOA: Requisitos, no IMasters" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/6676/uml/ooa_requisitos/">requisitos</a> faz um bom trabalho não somente quando ele realiza bem seu trabalho técnico, e sim quando ele faz um papel de <a title="Analista de Negócios, definição na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Analista_de_neg%C3%B3cios">analista de negócio</a>. É como se ele agisse ao mesmo tempo como um advogado de defesa e criador de novas oportunidades.</strong></p>
<p>Existem situações de projetos que já possuem um cronograma fechado sem nenhuma possibilidade de alteração do mesmo. Nesses casos o cliente pode solicitar funcionalidades que podem levar ao atraso do projeto, talvez uma consulta ou uma inclusão a mais ou outros “enfeites” no sistema, que não estavam previstos na proposta técnica do sistema, mas que o cliente acha que não “custa” nada para desenvolver.</p>
<p>É então que o analista precisa agir como advogado de defesa. Quando em situações de <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Alexandre José." rev="vote-for&gt;levantamento de requisitos&lt;/a&gt;de negócio ele deve mostrar de maneira clara e com argumentos convincentes, que determinado pedido do cliente não é necessário para aquela fase de desenvolvimento do sistema. Ou seja, aquilo é algo cosmético que irá gerar mais custos de &lt;a title=" hreflang="pt-br" href="http://battisti.wordpress.com/2006/05/02/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">desenvolvimento para a fábrica de software</a>, lembrando que mesmo se o cliente quiser determinado item, este pode ser adicionado ao escopo do projeto. Claro, com um aumento do prazo do cronograma e gerando atrasos na entrega do projeto.  É bem provável que o cliente vai pensar duas vezes antes de querer adicionar algum outro requisito desnecessário.</p>
<p><span id="more-380"></span></p>
<p>Para que o analista de requisitos possa defender sua empresa, ele deve estar sempre respaldado do cronograma e do documento de escopo que serviu de base para elaboração da proposta técnica do projeto, além de estar sempre em contato com o arquiteto, verificando o nível de dificuldade para implementar os pedidos do demandante da aplicação.  Lembrando que, se o cliente não irá pagar pelo tempo extra de desenvolvimento, o analista deve tentar ao máximo facilitar a vida dos desenvolvedores,evitando problemas para entrega do projeto.</p>
<h3>Criando Oportunidades &#8211; O analista de requisitos como analista de negócios</h3>
<p><strong>O analista de requisitos também pode ser o criador de novas possibilidades de negócio para sua empresa,</strong> não sendo somente o “estraga prazeres” do cliente. Quando ele conhece bem as possibilidades da sua empresa e conhece as necessidades dos clientes, pode identificar deficiências de processos, que podem ser resolvidas com um projeto de desenvolvimento de um sistema que resolva tal deficiência. Pode num bate-papo visualizar uma oportunidade de integração de sistemas, vide que o cliente relatou que existem problemas de comunicação de dados de sistemas de áreas diferentes. O analista pode até mesmo sugerir para o cliente o desenvolvimento de um sistema que ele nunca tinha pensando, e que pode melhorar consideravelmente a eficiência operacional do negócio.</p>
<p><strong>São inúmeras possibilidades que podem ser exploradas, e ninguém melhor que o analista de requisitos, que nesse momento é um analista de negócio, para tomar frente isso, devido aos elos técnicos e de negócio que possui.</strong> O analista não é peça chave no processo de identificação de oportunidades, mas é uma peça importante, devido ao contato no dia-a-dia do cliente. Ainda mais em um cenário de crise como o atual, onde é sempre importante que as empresas estimulem seus funcionários a buscarem novos projetos de <a title="CAD - Custom Application Development, desenvolvimento customizado, na BRQ IT Services" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/cad-custom-application-development/">desenvolvimento de software</a>. Grandes companhias como Google, Microsoft, Yahoo, etc., estimulam seus funcionários a desenvolverem novos projetos e já sabemos que esse modelo de negócio funciona.</p>
<h3>Aumentando negócios e eficiência operacional</h3>
<p>Enfim, quando o analista de requisitos age defendendo os processos da sua empresa evitando custos extras em projetos e uma rotina de trabalho mais complexa, além de contribuir para o aumento de negócios da companhia, ele está fazendo um papel de negócio que é importante que seja exercitado, buscando conhecer cada vez mais a rotina da empresa para qual está prestando consultoria e os processos dos potenciais mercados demandantes de software, visando sempre menor custo e maior eficiência operacional. <em> * Adriano Lages dos Santos é analista de negócios e está cursando MBA em Gerenciamento de Projetos</em></p>
<p>[atualizado em 21 de Agosto de 2009 por Editor BRQBiz]<br />
O link do trecho levantamento de requisitos foi alterado para enviar ao post original <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Anselmo Luiz Éden Battisti" rev="vote-for" href="http://battisti.wordpress.com/2006/05/02/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">As 10 Armadilhas da análise de requisitos</a>, noblog do Anselmo Battisti. Anteriormente, enviava para  <a title="As 10 armadilhas da análise de requisitos, no blog de Alexandre José" rev="vote-for" href="http://alexandrejose.com/10-armadilhas-da-analise-de-requisitos/">republicação do post no blog de Alexandre José</a>. Recomendamos a visita aos dois blogs, boas referências para analistas e programadores.<br />
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		<title>E-commerce: Varejo High-Tech</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 22:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Varejo High-Tec: O e-commerce para varejo ganha força, saiba o que proporcionou este crescimento e em que pode implicar para tecnologia da informação e negócios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-332" title="Varejo High-Tech. A explosão do e-commerce no varejo." src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/varejo-hightech-150x150.jpg" alt="Varejo High-Tech. A explosão do e-commerce no varejo." width="150" height="150" />Parece incrível, mas alguns gigantes do varejo demoraram, e muito, para perceber a importância do comércio eletrônico (<em>e-commerce</em>), adiando desta forma o lançamento de suas lojas virtuais. <a title="Wal-mart lança seu e-commerce" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG78955-8374-7,00.html">Wal-mart</a> e <a title="E-commerce Casas Bahia lança loja virtual" href="http://www.consumidormoderno.com.br/canais/vendas/casas-bahia-enfim-lanca-sua-loja-virtual">Casas Bahia</a> foram dois exemplos clássicos de lentidão nessa iniciativa, mas se redimiram há poucos meses.</p>
<p><strong>A popularização das vendas de computadores e notebooks no Brasil e a facilidade de instalação de redes de banda larga deram sinais claros de que o perfil dos consumidores estava mudando, especialmente os de classe C e D, e esse seria um belo potencial a ser explorado. Os números comprovam. No Brasil, o número de consumidores que compram pela internet chegou a 13,2 milhões durante 2008, aumento de 39% em relação a 2007, segundo dados do <a title="e-bit" href="http://www.ebitempresa.com.br/">e-bit. </a></strong></p>
<p><span id="more-331"></span></p>
<p>De acordo com o estudo, as mulheres passaram os homens e agora representam 51% dos consumidores on-line. A consultoria estima que o setor deverá movimentar R$ 4,2 bilhões até julho deste ano, acréscimo de US$ 800 milhões em relação aos seis primeiros meses do ano anterior. A expectativa é de o número de consumidores on-line chegue a 17,2 milhões até o final de 2009.</p>
<h3>Ranking dos produtos mais vendidos em <em>e-commerce</em>:</h3>
<ul>
<li>1º lugar &#8211; Livros (17%)</li>
<li>2º lugar &#8211; Saúde e Beleza (12%)</li>
<li>3º lugar &#8211; Informática (11%)</li>
<li>4º lugar &#8211; Eletrônicos (9%)</li>
<li>5º lugar &#8211; Eletrodomésticos (6%)</li>
</ul>
<p>Em fevereiro deste ano a Casas Bahia inaugurou sua loja virtual, foram investidos R$ 3,7 milhões de reais, e a companhia espera que a loja represente até 2% do faturamento em um ano. Já em outubro de 2008 foi a vez do Wall-Mart, que apresentou a versão brasileira de sua loja virtual. Com investimentos da ordem de R$ 25 milhões, a loja virtual brasileira é a primeira fora dos Estados Unidos a levar o nome da rede varejista americana, já que em outros países são utilizados os nomes das subsidiárias regionais.</p>
<p><strong>Mas não são apenas as grandes marcas a embarcarem nessa onda. Com a entrada da Classe C e D muitos varejistas menores e cooperativas já planejam sua loja e-commerce. Buscando inovação da própria marca e um novo meio para aumento das vendas, a entrada dessas iniciativas no segmento aumentam as opções e num momento de crise pode ser a grande virada na massificação da internet.</strong></p>
<p>Muitos hoje em dia já fazem tudo pela internet, seja de compra de livros, locar filmes, reserva de voo, compras de supermercado e farmácia até a pizza de toda noite. Com a massificação da internet, opções de e-commerce não pensadas hoje se tornam viáveis e devem incomodar os grandes player.</p>
<p><strong>Temos também <a href="http://tecnovarejo.blogspot.com/2009/03/smartphones-se-integram-ao-varejo.html">o aumento dos smartphones</a>, que já trazem hoje uma opção viável de compra móvel.</strong> Isso sem contar o boom dos Netbooks e &#8220;plaquinhas&#8221; de internet que estão viabilizando o conceito de onipresença da internet. Se eu vou fazer aquela compra de produtos de limpeza, que faço todo mês, acessar o site pelo celular para &#8220;refazer&#8221; meu pedido possibilita uma usabilidade real de navegação nos smartphones.</p>
<p>A Casas Bahia já entrou com uma oferta agressiva, oferecendo produtos muitas vezes com parcela de menos de R$ 10. A diferença para as lojas físicas é que a pesquisa de preço é mais simples, e a visão clara de lojas que atendem A e B diferente do público C e D podem se misturar na grande rede. Sendo a loja bem qualificada e o produto mais barato, por que não comprar lá?</p>
<p>Hoje temos as redes sociais cada vez mais integradas, sites como o e-bit, que qualificam as lojas. Um público mais conectado, que esta levando as lojas a se preocuparem mais com a qualidade de serviços. Infraestrutura mais experimentada,<em> gateways</em> de pagamentos mais seguros, empresas de distribuição com mais experiência nesta modalidade. Aumento do ecossistema do varejo online, aumento de público, aumento de e-lojas.</p>
<p><strong>No momento da crise atual a <a title="A Cauda Longa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa">Cauda Longa</a> dos consumidores online pode ser a grande oportunidade para fugir da crise. </strong></p>
<p><em>* Willian Leite, arquiteto de soluções, comanda uma equipe de 20 profissionais de TI especializados nas principais tendências atuais (SOA, BPM, E-Commerce, DBA, Content Management System)  e participou ativamente do projeto e implantação de três e-commerces para o segmento varejista. </em><br />
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		<title>Setor financeiro na vanguarda da Tecnologia da Informação &#8211; É a vez do Débito Direto Autorizado (DDA)</title>
		<link>http://biz.brq.com/setor-financeiro-na-vanguarda-da-tecnologia-da-informacao-e-a-vez-do-debito-direto-autorizado-dda/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 16:07:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Bonsegno</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[A Febraban e a CIP aprovaram um novo processo que vai revolucionar os meios de pagamento a partir de outubro, o DDA - Débito Direto Autorizado. Saiba como o DDA irá aumentar demanda por serviços de TI no país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-312" title="dinheiro" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/dinheiro3-150x150.jpg" alt="dinheiro" width="150" height="150" /><strong>Bancos, seguradoras, empresas de previdência privada, instituições de crédito, financeiras e corretoras de valores mobiliários formam o setor que mais investe em Tecnologia da Informação no Brasil, respondendo por cerca de 20% do total gasto no País.</strong></p>
<p>Segundo estudos da <a title="IDC" href="http://www.idc.com/">IDC</a>, <em>Brazil Quarterly Server Tracker Q308</em> e <em>IDC Brazil Quarterly Storage Tracker Q308</em>, o segmento financeiro consumiu em 2008 cerca de 42,8% das receitas totais investidas em servidores (incluindo <em><a title="Mainframe faz aniversário! Artigo de Marcelo Tognai no BRQBiz" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://biz.brq.com/mainframe-faz-aniversario/">mainframes</a></em>), assim como 29,3% do total investido em armazenamento de dados no Brasil. Este segmento é o que responde pela maior fatia de investimentos em ambos os mercados.</p>
<p><span id="more-297"></span></p>
<p><strong>O setor financeiro brasileiro coloca em prática este ano mais um grande projeto. A <a title="FEBRABAN" href="http://www.febraban.org.br/"><abbr title="Federação Brasileira de Bancos" lang="pt-br">Febraban</abbr> (Federação Brasileira de Bancos)</a> junto a <a title="CIP" href="http://www.cip-bancos.org.br/"><abbr title="Câmara Interbancária de Pagamentos" lang="pt-br">CIP</abbr> (Câmara Interbancária de Pagamentos)</a>, em parceria com os bancos, aprovaram um novo processo que vai revolucionar os meios de pagamento. Trata-se do <a title="DDA" href="http://www.febraban.org.br/projetodda/">Débito Direto Autorizado (<abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr>)</a>, que entra no ar em outubro deste ano.</strong></p>
<p><strong>Além de revolucionar os meios de pagamento, o <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr> vai incrementar a demanda de hardware, software e serviços de Tecnologia da Informação no país. O <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr> permitirá o recebimento eletrônico de compromissos de pagamentos, permitindo assim reduzir o número de boletos em papel.</strong></p>
<p>Os benefícios são inúmeros, além da economia em papel, tarifa de correios, entre outros, minimiza inconsistências e oferece, principalmente, ganho na agilidade. Segurança é outro item que merece destaque, já que existe hoje no Brasil um número significativo de fraudes realizadas por meio de boletos bancários.</p>
<p>Com sucesso já garantido, o sistema promovido pela <abbr title="Federação Brasileira de Bancos" lang="pt-br">Febraban</abbr> e <abbr title="Câmara Interbancária de Pagamentos" lang="pt-br">CIP</abbr> pode ser considerado produto de uma linha evolutiva provocada pela implantação do <abbr title="Sistema de Pagamentos Brasileiro" lang="pt-br">SPB</abbr> (Sistema de Pagamentos Brasileiro) em abril de 2002 pelo <abbr title="Banco Central" lang="pt-br">BACEN</abbr> (Banco Central).</p>
<p>Inicialmente concebido para imprimir performance às transações financeiras (devido às altas taxas de inflação da época em que o projeto foi iniciado), o <a title="SPB" href="http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/SPB/Novo_SPB/index.htm"><abbr title="Sistema de Pagamentos Brasileiro" lang="pt-br">SPB</abbr></a> teve seu objetivo revisto em 2001 e 2002 e foi redirecionado ao gerenciamento de riscos, colocando o Brasil no hall dos países em que transferências de fundos interbancários podem ser liquidadas em tempo real. Além de vincular qualquer transferência de fundos entre contas à existência de saldo suficiente de recursos em conta. Essas medidas elevaram a confiabilidade e credibilidade no sistema financeiro brasileiro não apenas por aqui, mas junto a toda comunidade internacional, principalmente Europa e <abbr title="Estados Unidos da América" lang="pt-br">EUA</abbr>.</p>
<p>Assim como o <abbr title="Débito Direto Autorizado" lang="pt-br">DDA</abbr>, outros projetos de magnitude estão no radar das principais entidades financeiras do país e continuarão a movimentar o setor, utilizando toda a expertise de profissionais brasileiros já consagrados internacionalmente como potenciais desenvolvedores de <a title="Serviços e Soluções" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">soluções de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></a>.</p>
<p><strong>Nosso País, por meio de instituições financeiras, bancos e governo, continua firme na vanguarda da Tecnologia da Informação. Ao que parece, essa linha evolutiva tende a continuar produzindo bons frutos, desafiando o setor de serviços e a apoiar, construir e consolidar nos próximos anos os melhores ambientes de hardware e software do mundo. </strong></p>
<p><em>* Luiz A. G. Bonsegno, analista de sistemas, é Diretor de Projetos de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> para o Segmento Financeiro.</em><br />
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		<item>
		<title>Mainframe faz aniversário!</title>
		<link>http://biz.brq.com/mainframe-faz-aniversario/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 18:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Tognai</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Cobol]]></category>
		<category><![CDATA[IBM]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia da informação]]></category>

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		<description><![CDATA[O mainframe, computador de grande porte dedicado ao processamento de volumes gigantescos de informações, completa hoje 45 anos de existência como IBM. A fabricante informou que as vendas globais de mainframe cresceram 11% em 2008.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-284" title="Mainframe faz aniversário" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/imagem_bolo-de-aniversario-150x150.jpg" alt="Mainframe faz aniversário" width="150" height="150" />O <em lang="en">mainframe</em>, computador de grande porte dedicado ao processamento de volumes gigantescos de informações, completa hoje 45 anos de existência como <a title="IBM" href="http://www.ibm.com/br/systems/z/">IBM</a>. De acordo com o <a title="Computerworld - IBM afirma que vendas globais de mainframe crescera 11%" href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/04/07/ibm-vendas-globais-de-mainframe-cresceram-11-em-2008/">Computerworld</a>, a fabricante informou que as vendas globais de mainframe cresceram 11% em 2008.</p>
<p>O Brasil é o terceiro mercado de <em>mainframes</em> do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e Alemanha. O país possui atualmente 140 empresas usuárias de <em lang="en">mainframe</em> e respondem por 10% dos novos contratos fechados nos últimos dois anos.</p>
<p><span id="more-282"></span></p>
<p>Especialistas do setor de Tecnologia da Informação, principalmente os que atuam com <em lang="en">mainframe</em> no segmento financeiro (setor que mais demanda a utilização de <em>mainframes)</em>, enfrentaram muito preconceito nos últimos 15 anos.</p>
<p><strong>Os profissionais resistiram bravamente às duras críticas de que lidavam com uma tecnologia arcaica e que estava fadada a morrer, mas hoje o cenário é bem diferente, estes profissionais que atuam com <em lang="en">mainframe</em> são reverenciados pela especialização adquirida e bastante valorizados no mercado em função de quase não haverem profissionais habilitados para lidar com esta plataforma.</strong></p>
<p>Enquanto existir no mercado mundial <a title="Bradesco Seguros e Previdência busca gestão de conteúdos corporativos com governança, SOA e BPM usando mainframe, entre outras tecnologias" lang="pt-br" rev="vote-for" href="http://www.brq.com/mundo-plano/">empresas que processem volumes altos de informações</a>, como bancos, governo, empresas de cartão de crédito, entre outras, não há previsão de um dia o <em lang="en">mainframe</em> acabar. Como consolidador do processamento de altos volumes de informações ele é imbatível, não há outra plataforma compatível no mercado, além do que, ainda hoje a maior parte das linhas de código no mundo está em <a title="Artigo sobre mercado de desenvolvimento: Gigantes lutam pelas tecnologias de programação" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/01/30/gigantes-lutam-pelas-tecnologias-de-programacao/">COBOL</a> que é a principal linguagem usada nesta plataforma, o que demandaria um custo muito alto para a conversão destes programas. Devido a estes pontos, a não ser que algo novo e totalmente inovador seja inventado, acho difícil o fim desta plataforma no curto e médio prazo.</p>
<p><em>* Marcelo Tognai é Gerente de Projetos de <abbr title="tecnologia da informação" lang="pt-br">TI</abbr> para o setor financeiro. </em><br />
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</ul>
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		<title>Terceirização em Tecnologia da Informação sim!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 18:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O arquiteto de soluções Alexandre Pereira usa o pato como analogia de empresa sem foco e explica porquê terceirizar tecnologia da informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignright" title="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." href="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/businessduck.jpg"><img class="size-full wp-image-203" title="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/businessduck.jpg" alt="O pato de negócios (business duck). Analogia para empresas com muitas áreas e pouco foco no seu core business." width="173" height="232" /></a>Já foi dito que <strong>o pato é um animal interessante </strong>quanto ao leque de habilidades que apresenta: <strong>corre, voa, nada</strong> e canta (canta?). Acontece que ele <strong>não se destaca em nenhuma</strong> delas: corre, mas não é um grande corredor&#8230; e assim por diante. Sabe qual o motivo disso? <strong>Ele não tem foco.</strong></p>
<p>Agora observe <strong>o mundo corporativo.</strong> <strong>Ele é repleto de exemplos de “empresas pato”</strong> com uma extensa lista de habilidades mantidas em seu organograma: Compras, Jurídico, <abbr title="Recursos Humanos" lang="pt-br">RH</abbr>, Comercial, Financeiro, Marketing, Tecnologia e outros mais.</p>
<p> </p>
<p> <span id="more-179"></span></p>
<p>Entendam. Não estou dizendo que estas empresas não têm foco. Mas se analisarmos bem o real negócio destas empresas, começamos a identificar <strong>habilidades desnecessárias dentro do organograma.</strong></p>
<p>E aqui mais uma vez faço uma ressalva sobre a definição de “desnecessárias”. Quando falo em desnecessárias estou relacionando aquelas <strong>habilidades que não trazem diferencial competitivo</strong> para uma determinada empresa.</p>
<p>Ou você é daqueles que ainda acredita que toda empresa precisa de uma mega estrutura de Tecnologia da Informação (<abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>) com diretores, gerentes, arquitetos, analistas, desenvolvedores e outros mais? Deve também acreditar que, ao contrário de adquirir um produto de <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> de mercado, o melhor a fazer é investir um esforço de meses de trabalho e construir o seu próprio sistema para gerenciar o relacionamento com seus clientes.</p>
<p>Meu amigo desenvolvedor, acredite em mim:<strong> o sistema que você quer desenvolver dentro de casa poderá ser perfeito. Mas dificilmente ele vai fazer algo que qualquer outro <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> de mercado já não faz. </strong>Também não vai trazer o necessário diferencial competitivo ambicionado por sua empresa. E mais ainda, você vai criar um legado que demandará investimentos em manutenção corretiva/evolutiva para um empresa que não é uma softhouse.</p>
<p>Você pode não gostar ou concordar com o que está lendo. Mas vai ter que aceitar um fato: se sua empresa não é do segmento de serviços de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> e você é um profissional de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> (e quer ser reconhecido como tal), desculpe-me, mas hoje você não está no lugar certo. <strong>Se o negócio da empresa (onde você trabalha) é o varejo de alimentos, o foco não vai ser (nunca) construir sistemas.</strong></p>
<p>Façamos agora uma pequena análise desse cenário para, nós, profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<h2>A empresa onde nosso amigo desenvolvedor trabalha</h2>
<p>Lembrando, a essência do negócio onde nosso amigo desenvolvedor trabalha é o varejo de alimentos. Todos os esforços estão focados na excelência operacional na logística de distribuição, nas compras, na relação com fornecedores e no atendimento aos clientes.</p>
<p>Mesmo sabendo qual é o seu negócio, a empresa continua insistindo no modelo de organograma repleto de habilidades. Facilmente identificamos alguns problemas que esse modelo nos acarreta:</p>
<h3>Profissionais desmotivados e preocupados somente com sua sobrevivência</h3>
<p>Já percebeu o quanto ouvimos “tudo é muito difícil e não vou conseguir fazer para hoje” de alguns profissionais das equipes de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> nas empresas? É a triste maneira encontrada para demonstrar a necessidade da existência da equipe interna de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> por, pelo menos, mais um dia.</p>
<p>Vivem em constante sentimento de medo e por isso não se envolvem nos projetos mantendo uma distância segura daquilo que identificam como problemas (desafios relacionados a mudanças de tecnologia, por exemplo).</p>
<h3>Pouco investimento nos profissionais</h3>
<p>Faz muito tempo que a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> virou a grande vilã quando se fala em investimento (em profissionais) sem retorno. Para que investir em treinamentos de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> se meu negócio é vender alimentos?</p>
<h3>Profissionais com baixo interesse no negócio</h3>
<p>Profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> gostam de novidades, testar coisas novas, usar produtos novos, aplicar conceitos novos. Mas pergunte ao desenvolvedor qual o grau de importância (para o negócio) do sistema que ele está construindo. Ou qual o motivo de escolher <a title="JavaServer Faces Technology - Técnica demais para o designer, visual demais para o desenvolvedor" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://tec.brq.com/javaserver-faces-technology-tecnica-demais-para-o-designer-visual-demais-para-o-desenvolvedor/"><em lang="en">JavaServer Faces</em></a> + SEAM + EJB, quando o mesmo sistema poderia ser desenvolvido em menos tempo, com menor esforço e com um custo menor ainda utilizando STRUTS + SPRING + IBATIS?</p>
<h3>Baixo reconhecimento pelo trabalho efetuado</h3>
<p>Projeto, arquitetura e codificação perfeitos. Nosso amigo desenvolvedor construiu um sistema de <abbr title="Consumer Relatioship Management" lang="en">CRM</abbr> que poderia ser um case de sucesso – mas não em uma empresa de varejo. Lembre-se que, para o usuário da área de negócio, o que importa é a qualidade dos dados apresentados na tela &#8211; e não como o sistema foi construído.</p>
<h2>Empresas onde o foco é <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></h2>
<p>Algumas empresas já conseguiram identificar quais são as habilidades necessárias no organograma e que trazem o diferencial competitivo. E a equipe interna de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, como hoje conhecemos, deixou de existir. <strong>Os novos profissionais de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, ao contrário de analistas de sistemas e desenvolvedores, apresentam outros perfis</strong>, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Analistas de Negócio: </strong>sua função é entender quais são as demandas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> necessárias às Áreas de Negócio.</li>
<li><strong>Gestores de Contratos:</strong> sua função é gerenciar os contratos com os fornecedores de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> e fazê-los cumprir os <abbr title="Service Level Agreement" lang="en">SLA</abbr>s.</li>
</ul>
<p>Para estas empresas,<strong> a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> é um conjunto de ferramentas para ajudá-las a tomar decisões.</strong> Portanto não importam quais tecnologias ou produtos são utilizados, desde que a informação seja confiável e disponível quando necessária.</p>
<p>E quem é que projeta, desenvolve e mantém esse conjunto de ferramentas para estas empresas? Outras empresas que têm a <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> como essência do negócio. E como esse é o foco destas empresas, identificamos as seguintes características.</p>
<h3>Profissionais reconhecidos como diferencial competitivo</h3>
<p>Sistemas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> são o produto final da empresa – é o que vendemos aos clientes. Mas esses sistemas são <strong>o resultado do trabalho (mesmo que alguns digam o contrário) altamente especializado de profissionais</strong> (nem sempre eu digo) altamente especializados.</p>
<p>Desenvolvedores fazem parte do ativo das empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. A presença de bons desenvolvedores é um diferencial competitivo neste mercado.</p>
<p>E para manter esses (muito bons) profissionais na lista de colaboradores, as empresas investem em remuneração diferenciada. <strong>Treinamentos, participação em eventos técnicos e, em alguns casos trabalhando em projetos no exterior</strong> são outros incentivos utilizados.</p>
<h3>Fazer parte do negócio</h3>
<p>Construímos sistemas para uma empresa que tem como negócio construir sistemas.</p>
<h3>Diversidade</h3>
<p>Empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> atendem a <a title="Clientes nos setores de Finanças, Seguros, Governo, Serviços, Manufatura e outros da BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/clientes/">clientes dos diversos segmentos de mercado</a>. E esses clientes apresentam um diversificado portfólio de sistemas, tecnologia e produtos. Chance de trabalhar, sempre, com algo diferente.</p>
<h2>Cada um com seu cada um &#8211; também em <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr></h2>
<p><strong>Gostando ou não, a terceirização é uma realidade. </strong>As empresas estão cada vez mais focadas no seu negócio, buscando corte de custos e eficiência operacional máxima. Com relação àquelas habilidades que estão distantes do negócio principal, a estratégia adotada é delegá-las às outras empresas.</p>
<p>Vamos lembrar também do momento que estamos vivendo. A crise financeira mundial está exigindo das empresas uma revisão nos seus investimentos. Muitas irão adotar a terceirização para auxiliar na gestão de custos.</p>
<p><strong>Neste cenário, sendo uma empresa de varejo de alimentos, os investimentos devem ser direcionados para transformá-la em uma eficiente máquina de compra, distribuição e vendas.</strong> Foco total na essência do negócio para que a empresa alcance dos resultados desejados.</p>
<p>E quando esta mesma empresa decidir pelo uso de um sistema de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o ideal é direcionar esta demanda para as  empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, que dedicam recursos para construir sistemas, que sabem construir sistemas, quem são eficientes nesta tarefas. Sistemas são a essência do negócio de empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<p>E quando esta mesma empresa decidir pelo uso de um sistema de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o ideal é direcionar esta demanda para as  empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, que dedicam recursos para construir sistemas, que sabem construir sistemas, que são eficientes nesta tarefas. Sistemas são a essência do negócio de empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>.</p>
<p>Portanto, <strong>para as empresas de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>, o momento é de entender a essência do seu negócio. E foco volta a ser o principal.</strong> Não vale dizer ser o pato de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. É importante ser uma empresa reconhecida por alguma competência. Tornar-se uma empresa que faz um trabalho pelo qual vale a pena pagar.</p>
<p><strong>Isso vale tanto para a empresa quanto para o profissional. </strong>De que adianta ser um super profissional de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr> em uma empresa de varejo? Todos gostam de ter orgulho de suas habilidades e ambicionam ser reconhecidos por estas.</p>
<p>A terceirização é a nossa oportunidade de fazermos a diferença como profissionais, atuando em empresas de serviços de <abbr title="Tecnologia da Informação" lang="pt-br">TI</abbr>. <strong>É a nossa oportunidade de fazer um trabalho que importa!</strong></p>
<p><em>Alexandre Pereira é arquiteto de soluções e não gosta de pato com laranja.</em><strong><br />
</strong><br />
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		<title>Crise beneficia a adoção de Outsourcing de Tecnologia de Informação no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 14:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Matta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A situação de crise afeta também a área de Tecnologia da Informação de diversas empresas. Como isto vem catalisando a adoção de outsourcing de serviços de TI e quais benefícios para as empresas contratantes destes serviços?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="alignright" href="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/crise-no-sistema-financeiro-beneficia-a-adoaao-de-outsourcing-no-brasil.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-89" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/crise-no-sistema-financeiro-beneficia-a-adoaao-de-outsourcing-no-brasil-150x150.jpg" alt="Detalhe de tabuleiro de xadrez ilustrando competitividade" height="150" /></a>Vivemos tempos de crise em diversos setores. Desaceleração das vendas. Desemprego em alta. Falta de linhas de crédito. E o pior, não visualizando uma saída há curto prazo. Todos esses fatores estão pressionando as empresas a cortar investimentos, produção e empregos.</p>
<p><strong>As áreas de Tecnologia da Informação das empresas não estão imunes a esta situação e elas devem contribuir com sua parte. </strong>Se fôssemos separar os investimentos de <abbr title="Tecnologia da Informação">TI</abbr>entre manter a operação funcionando e criar novas iniciativas e inovações vamos chegar à seguinte conclusão: o investimento para manter seus ativos de <abbr title="Tecnologia da Informação">TI</abbr> operando apenas atendendo o dia-a-dia do negócio representa entre 65% e 70% de todo o valor de investimento da empresa nesse segmento.</p>
<p><span id="more-88"></span></p>
<p><strong>O modelo de <em><a title="AMO - Application Management Outsourcing, na BRQ IT Services" rev="vote-for" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/amo-application-management-outsourcing/">outsourcing</a></em>, na maioria dos casos, atua exatamente sobre esta maior fatia de investimentos</strong>. Os modelos de <em>outsourcing</em> de serviços como <em>hosting</em>, <em>help desk</em>, <em>service desk support</em>, <em>desktop support</em>, sustentação e manutenção de aplicações estão maduros e, se bem aplicados, trazem redução do custo de operação para o cliente, além de uma maior capacidade de crescer ou reduzir o atendimento de demandas e níveis de serviços.</p>
<p><strong>Já é possível observar que as empresas estão se movimentando neste sentido</strong>, mesmo aquelas que eram muito resistentes a terceirizar serviços. Tudo isso gera um número crescente de concorrências e contratos de Outsourcing. Portanto, esta crise pode estar sendo um catalisador deste movimento no Brasil, e <strong>quem não estiver se <a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">preparando</a>, tanto <a title="Efeito colateral de um processo de preparação para Outsourcing" rev="vote-for" href="http://biz.brq.com/efeito-colateral-de-um-processo-de-preparacao-para-outsourcing/">do lado do cliente</a> quanto do provedor de serviços, pode perder a competitividade.</strong><br />
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		<title>Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 17:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Matta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um escândalo envolvendo um provedores de serviços de tecnologia da informação da Índia em xeque o sistema regulatório indiano e a saúde financeira das empresas indianas. Como isso pode ajudar o Brasil a crescer em exportação de software?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><strong><a href="http://flickr.com/photos/thejourney1972/281626179/"><img class="size-thumbnail wp-image-52" title="Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem 01 - por The Journey Man 1972)" src="http://biz.brq.com/wp-content/uploads/saude-financeira-das-indianas-em-xeque-e-a-vez-do-brasil-thejourney1972-150x150.jpg" alt="Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem 01 - por The Journey Man 1972)" width="150" height="150" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Saúde financeira das indianas em xeque. É a vez do Brasil? (Imagem por The Journey Man 1972)</p></div>
<p><strong>Há pouco tempo foi anunciado um<a title="Satyam pede para sair - post sobre a saúde financeira de empresas de TI indianas, por Camila Fusco" href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar2.shtml?permalink=145399"> escândalo envolvendo um dos maiores provedores de serviços de tecnologia da informação da Índia</a></strong>. Este evento colocou em xeque o sistema regulatório indiano e uma dúvida no ar sobre a saúde financeira das empresas indianas. <strong>Como isso pode ajudar o Brasil a crescer no cenário mundial de exportação de <em>software</em> e <a title="Serviços e Soluções em Tecnologia da Informação - BRQ IT Services" rev="vote-for" hreflang="pt-br" href="http://www.brq.com/servicos-e-solucoes/">serviços de <abbr title="tecnologia da informação" lang="pt-br">TI</abbr></a>?</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p> Esta pergunta tem marcado a pauta dos principais institutos de pesquisa e aconselhamento. Diversos clientes que consomem os serviços indianos têm questionado a estes institutos sobre o risco Índia e como estão posicionados os outros países no cenário de exportação de serviços, pricipalmente o <a title="Outsourcing na Wikipedia, em inglês." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Outsourcing"><em>outsourcing</em></a> de tecnologia da informação . O Brasil, dentro do cenário da América Latina, tem melhorado o seu posicionamento e tem uma excelente oportunidade de assumir uma liderança. </p>
<p> </p>
<p><span id="more-29"></span> Temos consciência que ainda estamos longe da capacidade de escala e maturidade do processo de exportação de software indiano, contudo, com<strong> investimento integrado entre o governo e a iniciativa privada</strong>, podemos melhorar este cenário e abocanhar uma parte deste mercado. Algumas ações devem ser realizadas como redução do custo Brasil, investimento em <strong><a title="BRQ forma duas turmas no ForSoft: Projeto que alia inclusão e capacitação" href="http://www.brq.com/brq-forma-duas-turmas-no-forsoft-projeto-que-alia-inclusao-e-capacitacao/">educação e formação especializada</a></strong>, reforço do cumprimento das leis de propriedade intelectual e atuação de missões governamentais com mais intensidade.</p>
<p>Várias iniciativas neste sentido estão em curso, como por exemplo as que  estão sendo realizadas por meio da <a title="Site da Brasscom" href="http://www.brasscom.org.br/brasscom/content/view/full/2">Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação)</a> e da <a title="Site Softex" href="http://www.softex.br/portal/_home/default.asp">Softex </a>em associação com as empresas privadas. É preciso fazer mais para acelerar o processo. Como o futuro é duvidoso (principalmente nestes tempos). não temos como prever o que vai acontecer, e devemos continuar caminhando e pressionando por mudanças.<br />
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